#MLI2017: Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban – J.K. Rowling

Eis que o primeiro livro que eu termino nessa MLI foi Harry Potter 3. Para saber mais sobre o vou ler na MLI2017, clique aqui. Estou enrolando faz tempo para ler esse livro porque estou com pouco tempo disponível. Mas aos poucos colocarei meus projetos de escrita e leitura em dia.

Sinopse

“Durante 12 longos anos, a assustadora fortaleza de Azkaban manteve prisioneiro o bruxo Sirius Black. Condenado pelo assassinato de 13 pessoas com um só feitiço, alguns acreditam que Black seja o mais fiel dos seguidores d’Aquele-Que-Não-Deve-Ser-Nomeado. Agora ele fugiu da prisão. E os guardas da prisão disseram que Black andara repetindo a seguinte frase durante o sono “Ele está em Hogwarts… ele está em Hogwarts.” Será que o perigoso bruxo esta vindo atras de Harry?

Seja como for, Harry não está seguro, nem mesmo dentro de sua escola de magia, cercado por seus amigos. Principalmente porque, para piorar as coisas, pode haver um traidor entre as pessoas que o cercam”

Minhas impressões

Eu já tinha visto os filmes de HP antes de começar a ler, e bem, o filme baseado nesse livro é o meu favorito!  E eu adorei o livro também. O livro, como os outros da série, apresenta grande parte do cotidiano das crianças (Harry, Rony  e Hermione) em sua escola mágina Hogwarts. Desta vez eles precisam conciliar seu dia a dia com dementadores – terríveis criaturas que sugam a alegria das pessoas – e com um fugitivo que deseja matar Harry. Eu não tive muitas surpresas porque o filme é bem fiel, o que é uma pena. Não a fidelidade, mas o fato de eu ter assistido ao filme primeiro. Eu estou adorando acompanhar a história do Harry Potter através dos livros muito bem escritos pela querida J.K. ~intima.

Minha edição é o box amor da Rocco – vide foto!

Autor(a): J.K. Rowling
Páginas: 318
Ano: 2015
Editora: Rocco
Avaliação:

Beijos!

Maratona Literária de Inverno 2017

Mais um inverno chega e mais uma vez eu entro na #MLI. Espero que esse ano seja igual 2015 e meu desempenho seja ótimo. Essa MLI vai de 16 até 30/07!
Esse ano há a possibilidade de escolher entre 3 categorias:

:: FÁCIL ::

Ler um livro com a capa azul
Ler um livro com menos de 200 páginas
Ler um livro que você comprou pela capa

:: INTERMEDIÁRIO ::

Ler um livro escrito por uma mulher
Ler um livro sem saber a sinopse, ou do que se trata
Ler um livro nacional

:: HARDCORE ::

Ler um livro que se passe em um período histórico importante
Ler um livro com pontuação no título
Ler um livro que é muito criticado ou que alguém não gostou

Eu estou me arriscando com o nível Intermediário, porque sinceramente, acho que nem vai dar, especialmente porque eu vou estar viajando. Mas a gente tenta. hahahah

MINHA TBR

Ler um livro com a capa azul: Harry Potter e o Prizioneiro de Azkaban
Ler um livro com menos de 200 páginas: Crônicas de uma morte anunciada
Ler um livro que você comprou pela capa: O Gigante Enterrado
Ler um livro escrito por uma mulher: Perversas
Ler um livro sem saber a sinopse, ou do que se trata: Crônicas de Uma morte Anunciada
Ler um livro nacional: Paraíso Perdido

Como não tem problema repetir livro em duas categorias diferentes, vou acabar lendo 5. São 1.779 páginas! 😮 #Oremos.

Se você quiser participar da MLI2017 veja as regras aqui

 

Pretty Little Liars #TheEndGAme

Acabou! 🙁

Para mim não foram sete anos porque eu comecei a assistir depois. Acho que lá em 2012. E desde o primeiro episódio eu me envolvi e não conseguia parar de assistir. Mesmo quando ficou meio bleh e repetitivo e eu não aguentava mais, eu nunca fiquei com episódio atrasado. Eu sei que é ridículo falar isso e quem não acompanha série nenhuma vai achar até triste, mas eu me sentia parte daquilo. A gente acaba se envolvendo. Durante esses anos eu chorei muitas vezes com Pretty Little Liars. Mas o episódio duplo final foi o cúmulo da choradeira.

Esta é uma série do improvável. É tudo tão possível e ao mesmo tempo surreal. Amizades estranhas, seres humanos escrotos, relações sexuais esdruxúlas e uma sensação de familiaridade enorme. Isso é PLL. Os fãs são loucos, fazem milhares de teorias e os que não fazem, as lêem, assistem e opinam. A gente torce, shipa, se despera, quer matar a Marlene e ao mesmo tempo dar uma abraço nela. Eu acompanho atualmente 23 séries e nenhuma tem essa familia que PLL tem. Esse envolvimento, esse amor.

Spoiler Alert. 

As meninas foram assombradas durante as 7 temporadas por alguém. No começo era Mona, depois era Charlotte – numa história que meio que não convenceu – e por fim, AD. A família Drake estava crescendo cada dia mais e os fãs no fundo acreditavam que o D, era de Drake. Mas quem era esse novo membro familiar? Para mim? Melissa Hastings. Para a maioria? Wren. Para a produção da serie? Alex. Desde que Hannah ficou presa na 6B e Spencer apareceu para ela no cativeiro, no que pareceu um sonho, e falou pela primeira vez em AD; os fãs estavam começando a achar que Spencer era Uber A. Mais para frente – numa série em que tem gêmeos a rodo – a ideia de Twincer surgiu e colou. E fazia tanto sentido. Especialmente depois de uma estranha cena entre Spencer e Wren no aeroporto. Estava na cara! ESFREGARAM na nossa cara, mas a gente queria que AD fosse outra pessoa. Depois de ter assistido as quase 2 horas de episódio final, eu não sei o porquê. Foi fantástico.

A Troian abraçou essa série. E gente, se você não assistiu e não quer assistir, veja só o último episódio. Você vai entender o que eu estou falando. A canadense fez uma inglesa perfeita! No susto. E ela mereceu muito ter esse destaque final. Ela mais do que nenhuma outra. Alex Drake é irmã gêmea de Spencer. Elas são filhas de Mary Drake com Peter Hastings – esse homem é pai de todo mundo, rs. Spencer foi dada a Verônica e Alex vendida para que Mary conseguisse sair de Radley.  Uma loucura. Wren encontrou Alex na Inglaterra e cntou sobre sua sósia. Foi aí que ela descobriu sua história e virou BFF de Charlotte e acabou “herdando” o jogo quando Charlotte morreu. No final, Alex queria a vida de Spencer. Ela queria Toby e aquela amizade surreal das meninas. Mas é claro que não rolou.

Acho que já falei muito. Eu chorei assistindo, estou chorando escrevendo porque eu vou sentir falta para caralho.

Beijos!

House of Cards – My turn!

Bem, mais uma temporada de House of Cards foi liberada pela Netflix e mais uma vez eu fiquei com o queixo no chão. Confesso que eu estava meio desanimada quando comecei porque ainda estava naquela de quem vai ganhar eleição blábláblá. E eu fico meio com vergonha alheia – não sei explicar – e não consigo assistir direito. Mas aí, essa parte passou e foi maratona de felicidade. Aconteceu tanta coisa que eu sinceramente fiquei CHOCADA!
Os personagens estão todos no limite e fazendo coisas que até Deus duvida, de verdade.

Acho que talvez essa temporada tenha sido a mais pesada, so far. E tá rolando uma inversão de papéis e o final foi meio a conclusão do que estava sendo proposto desde a temporada anterior: Claire tomando as rédeas. Eu acho que em termos de política ela é bem melhor que o Frank, porque ela tem mais visão. Contudo, isso ainda vai ser uma luta por poder. Frank apresentou ideias neoliberais porque ele começou a achar que a casa Branca estava deixando ele engessado. Temos que esperar os próximos episódios, se é que existiram [tá rolando um papo que House of Cards tá ameaçada na Netflix]. Espero que sim.

O casal XX tem feito cada dia mais inimigos e cometido mais crimes. Tem muita gente tentando chegar neles, mas será que vão conseguir?

Beijos, crianças!

Não será eterno, posto que é chama

Não será eterno, posto que é chama.

Eu sempre estive atrás do amor verdadeiro. Aquele de filme, sabe?
Eu sempre me apaixonei fácil: eu estava apaixonada por um coleguinha de classe, por um vizinho, pelo cara da padaria, por algum professor. Meu coração estava sempre ocupado com alguém. Mas para mim, aquilo não era amor. Eu não sentia como amor e o fato de eu me desapaixonar cinco segundos depois era a certeza de aquilo não podia ser amor. Eu andei anos procurando pelo famigerado amor. Eu namorei, fiquei, peguei, transei… Mas nada daquilo era do tamanho que eu acreditava que o amor deveria ser. Então, me convenci de que amor era coisa de novela. Eu não vivia em um romance da Jane Austen. Não teria Sr. Darcy na minha história e durante muito tempo eu estive muito bem com isso. Paciência.

Entretanto, como as melhores mudanças na vida acontecem de repente e sem explicação, um cara que eu já conhecia – sabia da existência – me mandou uma mensagem no Facebook um tanto quanto estranha e sem sentido. Mas esta mensagem foi o primeiro passo na minha descoberta de que existe amor sim. Não foi a primeira vista. O primeiro beijo saiu depois de dois encontros, quando eu já estava certa que não rolaria nada entre a gente. No início eu tive medo de que ele não gostasse de mim. Eu gosto que gostem de mim. Depois, eu tive medo de que eu não gostasse dele, afinal. E no momento que realizei que o amava, eu entrei em pânico porque achei que o amava demais.

E esse amor foi/é do jeitinho que eu acreditava que ele tinha que ser: sem interesse, sem justificativa, sem precisar de qualificação. Entenda, ele – meu namorado – tem inúmeras qualidades e, claro, muitos defeitos. Mas as qualidades não fazem com que eu o ame mais e os defeitos não fazem com que eu o ame menos. Eu simplesmente o amo. E ele está longe de ser a imagem do meu sonhado príncipe encantado, sendo piegas, ele é bem melhor.

Depois de ter forçado tanto. Na maioria das vezes, me forçado a acreditar que eu estava em uma relação certa. Que era aquilo ali o máximo de amor que eu sentiria, mesmo que eu achasse que tinha algo faltando… Eu percebi que quando é certo, a gente não força. Só acontece. Se você não está 100% feliz com você mesmo e com o cara/ a mina que está do seu lado, tudo bem. Não é para ser. Não se preocupe, não se sinta mal. Você vai achar alguém que te transborde. E o que eu desejo a você, assim como desejo a mim, é que – mesmo que dure apenas cinco minutos – seja infinito porque será bom o bastante para se tornar inexquecível.

[Ambientes de Aprendizagem e Tutoria] – Youtube e Redes Sociais ajudam na aprendizagem?

Utilizamos a internet o tempo todo. Especialmente depois da WEB 2.0 que tem uma proposta de internet como uma rede compartilhamento e construção comunitária de conhecimento, onde aparecem as wikis e outras plataformas, como os Ambientes de Virtuais de Aprendizagem – AVA.

Quando eu era criança corria atrás dos livros da escola para solucionar algum problema ou perguntava ao professor no dia seguinte. Hoje, sempre que tenho uma dúvida, seja nos meus estudos pessoais ou nas aulas que dou, corro na internet e procuro. Temos a possibilidade de resolver problemas e tirar dúvidas em instantes, dependendo da velocidade da conexão, é claro.

Por outro lado, a WEB 2.0 possibilitou o surgimento do Youtube e das mais variadas redes sociais. É claro que muitos utilizam tais plataformas apenas para entretenimento, mas a cada dia é crescente o número de usuários que buscam o Youtube para vídeo aulas e as redes sociais para ter grupos de estudos fora dos AVA’s.
A certeza dessa onda crescente, especialmente no youtube é vista a olha nu. Quando procuramos por determinados contéudos educacionais (especilamente para Ensino Fundamental e Médio) obtemos uma quantidade grande de resultados para vídeo aulas disponíveis gratuitamente. Muitas vezes essas aulas são importantes para sanar dúvidas e auxiliar o desenvolvimento do aluno.

Os grupos nas redes sociais também tem sua importância, pois possibilitam o debate e a troca de ideias entre os alunos, monitores/tutores e professores. É possível para os professores acompanharem as principais dúvidas dos alunos, realizar enquetes e ter um maior contato com seus alunos, especialmente no caso da Educação à Distância. Todos somos/já fomos alunos.

O artigo entitulado “O Youtube como ferramenta pedagógica” de Patrícia Priscila Moura Oliveira” que fomenta a relevância do youtube nesse contexto. O vídeo abaixo é da Escola Concept, está disponível do youtube e também leva em consideração o uso da tecnologia como ferramenta na educação.