A Esperança – Suzanne Collins

Chegando em sete dias ao fim da leitura dessa série que me deixou sem dormir e surpreendentemente, não me gerou pesadelos. 
Contra Capa do Livro
Depois de sobreviver duas vezes à crueldade de uma arena projetada para destruí-la, Katniss acreditava que não precisaria mais lutar. Mas as regras do jogo mudaram: com a chegada dos rebeldes do lendário Distrito 13, enfim é possível organizar uma resistência. Começou a revolução
A coragem de Katniss nos jogos fez nascer a esperança em um país disposto a fazer de tudo para se livrar da opressão. E agora, contra a própria vontade, ela precisa assumir seu lugar como símbolo da causa rebelde. Ela precisa virar o Tordo.
O sucesso da revolução dependerá de Katniss aceitar ou não essa responsabilidade. Será que vale a pena colocar sua família em risco novamente? Será que as vidas de Peeta e Gale serão os tributos exigidos nessa nova guerra?Acompanhe Katniss até o fim deste thriller, numa jornada ao lado mais obscuro da alma humana, em uma luta contra a opressão e a favor da esperança.”
 
Minhas impressões
Posso dizer que nesse caso a minha impressão é a de estar bastante impressionada. Que eu sou chorona não é segredo nenhum. Mas não estava esperando chorar com essa série, não sei porque mas não esperava. 
Achei um absurdo esse distrito 13 ter deixado todo se f* pra lá. É claro que cada um com seus problemas, mas não é possível. Nunca fui fã da Katniss, mas o fato de ela começar a ser real demais e apresentar sérios problemas psicológicos o que era de se esperar, me irritou. Minha vontade era de dar na cara dela para ela reagir e fazer alguma coisa. Tomar uma decisão na vida. Essa história de não sei quem eu amo, não sei o que faço, não sei o que é real? PELAMOR, mulher! Reage. Enfim. Não tenho como negar que quando o Peeta voltou meio transtornado eu achei sensacional, ela estava merecendo. Muito chata. Mas a questão aqui não é de amor e romance, é a história de Panem em si. 
Nunca simpatizei com Coin também. Para mim, ela era igual ao Snow e fiquei bastante feliz por Katniss ter percebido isso logo de cara e em especial no final do livro. 
Spoileralert?
 
Não vou dizer que fiquei contente com a morte de Prim. Ela não era assim tão ativa, mas eu achava ela uma fofa. Porém, entendi o recado da autora, ou melhor entendi o que ela quis com isso: Há pessoas que não podem ser salvas. A história nada mais era sobre Katniss tentando salvar todo mundo. Prim. Peeta. Gale. O 12. Panem da Capital. E no final muita gente morreu. Alguns para ela e tantos outros para o mundo. Não gostava de Gale. Então, curti o fato dela ter ficado com Peeta, o que era de se esperar também.
 
Enfim, no final da luta por poder sem sentido, os danos físicos são pouco comparados aos enormes traumas mentais causados. Quem eu conheço que leu a série, gosta muito do segundo livro. Eu simplesmente adorei o terceiro. Mesmo morrendo quem eu não queria. Mesmo não tendo sido como eu achei que ia ser. E talvez, especialmente por isso, pelo susto, pelo choque, porque eu estou arrasada!
Autor(a):Suzanne Collins
Ano: 2010
Páginas: 424
Editora: Rocco
Avaliação:

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