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Oi, pessoas!
Tá nesse posts, os links dos livros e trecos relacionados que eu achei válido separar para vocês! 🙂

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É pra glorificar de pé ou não é?

Boas compras! 🙂

Stranger Things – 2ª Temporada

E Bagulhos Sinistros, pessoas?
Já assistiram a segunda temporada???? NÃO?! COMO ASSIM.

Eu até que demorei porque estava esperando o boy assistir a primeira temporada. Pelo menos uma série nessa vida eu tenho que conseguir assistir com ele. Não lembrava o que tinha falado da primeira temporada, então se você quer saber, leia aqui. Fiquei meio chocada em saber que eles demoraram mais de um ano para liberar a temporada nova. Oh, Deus porquê? Mas até que valeu a pena. Gostei bem mais dessa do que da outra, confesso. A primeira temporada foi uma confusão danada! Não que essa não tenha sido, também. hahahah Segue o trailer para quem ainda não viu.

Essa temporada foi bem mais estruturada e contou várias histórias separadas. A Eleven ficou meio de fora do problema principal por grande parte da temporada tendo sua história sendo contada de forma paralela. Mas eu realmente amei. Ainda tem muita doidera para vir e ser resolvida, tanto é que a série já foi confirmada até a quarta temporada. Alguns personagens novos foram inseridos e contribuiram para o crescimento da série. E eu que odiava o Steve agora <3.

Will causando váreos problemas gente. hahahaha Eu teria matado ele logo, porque né, temos que pensar no bem maior. #Soumá. Negócio é que foi uma chuva de Demogogon  e apareceu um mal mais mau ainda. MEDO! E tudo indica que irá piorar. Ano que vem a gente descobre.
Assiste lá e depois me conta! 😉

Recomendo que vocês assistam a série Netflix especial por trás dos bastidores.

 

Fear The Walking Dead

Oi, gente!
Eis que volto para falar de série. Agora vai ser um show de posts à respeito porque tem algumas acabando por aqui.

Fear the walking dead amigos! Olha, nem sei. hahahah
Vou dizer novamente que fiquei feliz com essa série porque eu achei que ia entender como tudo começou, mas não. LIARS! Com a mesma pegada de TWD a temporada sempre começa meio merda e segue meio merda, até acabar com alguma reviravolta que faz com que você queira assistir novos episódios. E continuamos nesse ciclo sem fim até que o telespectador largue a série ou ela seja cancelada.

Tive uma dificuldade IMENSA em assistir essa terceira temporada por motivos de não aguentar mais. Foi a mesma confusão de sempre. Pessoas matando pessoas, pessoas matando zumbis, zumbis matando pessoas. Madison começou a comandar a fazenda, porque sim. E acabou aceitando um acordo com Qaletaqa Walker e todo mundo foi morar na fazenda, que era originalmente dos índios. Maior confusão. Enquanto isso, Daniel consegue se tornar um dos líderes de uma represa e agora manda na água da região. Claro que isso só causa dor de cabeça porque todo mundo quer água, incluindo Madison e sua galera porque não tem mais água na fazenda! Ai meu Deus.

Como por mágica, tudo fica perto, apesar de ser longe, e a galera se encontra. Muitos mortos depois a temporada terminou meio sem sentido e eu não queria continuação. hahahaha

Photo Credit: Frank Ockenfels 3/AMC

Destaque para Alicia que finalmente fez algo de útil nessa temporada. Para mim, ela acabou sendo a personagem principal. Alguém mata o Nick POR FAVOR! Obrigada.

Beijos.

 

The Rewrite

Oi, gente! Tô meio que só falando de filmes agora, né? É que minhas séries estão no meio da temporada, na verdade tem uma que já acabou, mas foco! Eu vi esse filme no Netflix e só escolhi por causa do Hugh Grant. E um pouquinho também porque tem relação com escrever e aí é coisa minha… <3

Sinopse: “Há 15 anos, o roteirista Keith Michaels estava no topo do mundo, com um Globo de Ouro, um filme de sucesso, um casamento feliz e um filho. Agora, ele está divorciado, chegando aos 50 anos e, sem escrever um roteiro de sucesso há muito tempo, está praticamente sem grana. Quando ele se muda para o interior da Inglaterra, conhece Holly e aprende que precisa mesmo é reescrever sua própria história.”

Questão é que surge a possibilidade de Keith dar aulas de criação de roteiro em uma Universidade, meu sonho! Tanto assistir essa aula quando dar esse aula, né? O emprego é ótimo, vem com casa e tudo! Não dou uma sorte dessas, mas é óbvio que ele não gosta nada. No começo ele faz as coisas muito cagadas e acha que está fazendo um favor para todo mundo, ma acaba caindo na real e vendo o verdadeiro potencial dos alunos. Tem um romacezinho clichê porque é filme com o Hugh Grant, né? Meu sonho continua sendo passar uns dias em Notting Hill. HAHAHAHAHA

É um filme leve e super vale a pena assistir quando não souber o que assistir e quiser alguma coisa tranquila e para ver com qualquer pessoa. 🙂 O nome em português é Virando a página procurem lá na Netflix, na confiança ou depois de assistir o trailer!

Beijos!

The Shallows – Águas Rasas

Eu que estou sempre só falando de séries, venho hoje trazer um filme muito foda de recomendação para vocês assistirem!

Este filme é de 2016 e tem cara de monológo porque a maior parte do filme ficamos só olhando para cara da linda Blake Lively, que mesmo a beira da morte é mais bonita que a gente, triste, né? A eterna Serena de Gossip Girl, vem como uma surfista que está à procura de uma praia, no México, onde sua mãe descobriu que estava grávida. Durante o filme descobrimos um pouco sobre a vida da personagem, que perdeu a mãe para um câncer e acabou largando a faculdade de medicina para espairecer.

Sinopse do Adoro Cinema:

“Nancy (Blake Lively) é uma jovem médica que está tendo de lidar com a recente perda da mãe. Seguindo uma dica sua, ela vai surfar em uma paradisíaca praia isolada, onde acaba sendo atacada por um enorme tubarão. Desesperada e ferida, ela consegue se proteger temporariamente em um recife de corais, mas precisa encontrar logo uma maneira de sair da água.”

Eu fiquei sabendo do filme porque sigo a Blake nas redes sociais e ela super divulgou ele ano passado. Mas acabou que eu só assisti por agora.

Gente, o filme é realmente muito bom. Eu sou chata para filme porque em geral perco o interesse, mas eu gostei mesmo. Tem várias cenas que dá aflição e você realmente se conecta com a personagem. Eu não sou muito fã de filmes que focam em uma pessoa só porque em geral eu fico entediada, mas eu não pisquei um momento. Recomendo para todos, mas se você tem medo de tubarão ou e impressiona fácil, talvez seja melhor assistir outra coisa. No mais, mantenha seus membros em cima da cama ou do sofá e seja feliz!

The Handmaid’s Tale

Eu não sou uma pessoa que procura séries, especialmente porque eu já assisto coisas demais. Quando não tenho nada para ver, o que pode parecer estranho mas não é raro, eu assisto filmes porque não preciso me vincular. Por outro lado eu conheço muita gente que é louca por séries e aí fica fácil receber indicações. Minha resposta padrão é: “Ah, qualquer dia desses eu vejo.” e acabo não assistindo nada.

Chegou até mim The Handmaid’s Tale, claro que primeiro pela mídia, mas eu só dei atenção quando fui apresentada oficialmente por pessoas próximas. Fui informada mais ou menos do que se tratava e eu meio que me interessei. Eu tinha trabalhos do Mestrado e mil anexos para estudar? ÓBVIO QUE SIM! Mas eu parei para assistir.

Conclusão: Valeu a pena.
A série é uma produção da HULU  – semelhante a Netflix – com a MGM baseada no livro homônimo de mil novecentos e bolinha. Se você se joga na trama sem saber nada fica um pouco complicado de entender como que a sociedade chegou aquele ponto. Ao longo da temporada eles vão explicando mas meio assim tem muita ponta solta. Fiquei com vontade de ler o livro mas aí complicou para mim.

Podemos resumir a história assim: Devido à poluição e outras questões a natalidade caiu drasticamente no Mundo em uma data próxima da atual. A partir disto um grupo fundamentalista MALUCO surgiu com ideias totalitárias de que a sociedade precisava mudar drasticamente. Após um ataque terrorista – que não ficou claro o responsável – os filhos de Jacó mataram o presidente e tomaram conta dos EUA.

Aos poucos as mulheres foram obrigadas a se recolher em casa, estavam proibidas de trabalhar e exercer quaisquer funções que não fossem domésticas. E mais para frente foram divididas em categorias: esposas, Marthas, Aias e Tias. Cada categoria pode usar uma cor específica de cor de roupa. As Marthas são mulheres não férteis que trabalham como domésticas nas casas, as Tias treinam as Aias e as Aias. Bem, é tudo sobre elas. São as mulheres férteis e seu papel é o de ter filhos para a sociedade. Elas passam de casa em casa tendo filhos para os ricos.

O processo se dá através de uma “cerimônia” em que a Aia e o seu dono tem uma relação sexual – que pode mais ser considerada um estupro – na presença da esposa. É meio bizarro e complicado de explicar, mas é bem isso. Digo que o homem é seu dono porque as Aias não tem mais seu nome, ele passa a ser OfFulano. Do fulano. Por exemplo, a principal é OfFred. Do Fred.

Tudo isso é justificado com uma passagem da Biblia na qual Raquel pede a Jaco que engravide sua irmã para que eles possam ter filhos. Coisas da vida, né? Além da questão das mulheres, os homossexuais foram condenados a morte ou a trabalhar nas regiões mais poluídas de Gilead – novo nome dos EUA – limpando através de trabalho escravo. Basicamente, todo mundo que não se submeteu a esse novo ideal de sociedade ou é assassinado ou vai trabalhar como escravo – não que as Marthas e as Aias não sejam escravas.

No fim, fica aquele pensamento de como as coisas podem ser distorcidas e colocadas contra nós e além disso, em como a religião pode ser utilizada de maneira horrenda e as pessoas envolvidas não tem noção, ou fingem não ter, das atrocidades cometidas contra as pessoas próximas.  O que eu posso dizer é que Handmaid’s Tale é BEM BLACK MIRROR!

Assista!