Não será eterno, posto que é chama

Não será eterno, posto que é chama.

Eu sempre estive atrás do amor verdadeiro. Aquele de filme, sabe?
Eu sempre me apaixonei fácil: eu estava apaixonada por um coleguinha de classe, por um vizinho, pelo cara da padaria, por algum professor. Meu coração estava sempre ocupado com alguém. Mas para mim, aquilo não era amor. Eu não sentia como amor e o fato de eu me desapaixonar cinco segundos depois era a certeza de aquilo não podia ser amor. Eu andei anos procurando pelo famigerado amor. Eu namorei, fiquei, peguei, transei… Mas nada daquilo era do tamanho que eu acreditava que o amor deveria ser. Então, me convenci de que amor era coisa de novela. Eu não vivia em um romance da Jane Austen. Não teria Sr. Darcy na minha história e durante muito tempo eu estive muito bem com isso. Paciência.

Entretanto, como as melhores mudanças na vida acontecem de repente e sem explicação, um cara que eu já conhecia – sabia da existência – me mandou uma mensagem no Facebook um tanto quanto estranha e sem sentido. Mas esta mensagem foi o primeiro passo na minha descoberta de que existe amor sim. Não foi a primeira vista. O primeiro beijo saiu depois de dois encontros, quando eu já estava certa que não rolaria nada entre a gente. No início eu tive medo de que ele não gostasse de mim. Eu gosto que gostem de mim. Depois, eu tive medo de que eu não gostasse dele, afinal. E no momento que realizei que o amava, eu entrei em pânico porque achei que o amava demais.

E esse amor foi/é do jeitinho que eu acreditava que ele tinha que ser: sem interesse, sem justificativa, sem precisar de qualificação. Entenda, ele – meu namorado – tem inúmeras qualidades e, claro, muitos defeitos. Mas as qualidades não fazem com que eu o ame mais e os defeitos não fazem com que eu o ame menos. Eu simplesmente o amo. E ele está longe de ser a imagem do meu sonhado príncipe encantado, sendo piegas, ele é bem melhor.

Depois de ter forçado tanto. Na maioria das vezes, me forçado a acreditar que eu estava em uma relação certa. Que era aquilo ali o máximo de amor que eu sentiria, mesmo que eu achasse que tinha algo faltando… Eu percebi que quando é certo, a gente não força. Só acontece. Se você não está 100% feliz com você mesmo e com o cara/ a mina que está do seu lado, tudo bem. Não é para ser. Não se preocupe, não se sinta mal. Você vai achar alguém que te transborde. E o que eu desejo a você, assim como desejo a mim, é que – mesmo que dure apenas cinco minutos – seja infinito porque será bom o bastante para se tornar inexquecível.

O que se leva da vida é a vida que se leva

Acordei às 8:40 bastante chateada, diria até que triste. Levantei e tomei meu café calmamente enquanto limpava a caixa de entrada de e-mails, olhava as redes sociais, postava na página do facebook e respondia o bom dia do meu namorado, sempre tão pontual. Abri a porta para o meu cachorro sair e se divertir na grama. Depois, ainda de pijama, o levei para passear na rua. Rotina diária.

Ainda nesta manhã, li alguns capítulos de Inferno e revisei uns outros capítulos do meu próprio livro.
Tomei banho, almocei e fui trabalhar. No caminho, reclamando mentalmente é claro, acabei lendo um post no facebook que dizia: “Está cansado de trabalhar? Imagina quem está cansado de procurar emprego”. Curti e pensei um pouco sobre aquilo. Ainda no caminho para o trabalho li uns posts falando sobre como a vida é curta e como a gente não precisa de tantas coisas como pensa. Chorei por trás dos óculos escuros.

Trabalhei por sete horas. Dando aulas. Ensinei, aprendi, me aborreci com alunos desobedientes, acabei por me divertir com esses mesmos alunos. Assinei o ponto e fui embora. Não para casa, porque meu querido namorado me esperou por quase duas horas só pra me dar um “oi”. A gente conversou sobre nossos dias cansativos, sobre aqueles planos que a gente tem. Comemos coxinha! E fomos cada um para sua casa. Cheguei na minha para encontrar meus pais tranquilos e saudáveis. Meu cachorro felicíssimo em me ver.
Tomei um outro banho, coloquei um novo pijama, li mais uns capítulos de Inferno. Respondi aos amigos no Whatsapp e fui dormir.

Eu acordei triste porque eu queria ter acordado mais cedo, ter engolido um café, ficado no trânsito para chegar em um trabalho que eu nem sei se ia gostar. Um trabalho no qual eu só teria hora para entrar – mas que, teoricamente, valeria os meus anos de graduação. Tudo isso porque eu acredito que isso é o esperado. Isso que deveria acontecer. Mas será que eu estaria feliz? Eu estaria ganhando mais dinheiro, talvez. Mas será que esse dinheiro estaria me trazendo essa suposta felicidade? Não sei. Até porque hoje meus sonhos não tem nenhuma relação com um escritório, com doze horas de trabalho diário.

Então por que essa mania de me sentir inferior porque a Multinacional não me quis? Mas eu queria a multinacional? Ou eu queria o salário que ela ia me pagar? Provalmente, o último. E eu sei disso, porque no outro dia recebi uma ligação – é, uma LIGAÇÃO – de uma Multi de consultoria me questionando porque eu não tinha terminado a etapa no processo seletivo deles. Falei que não tinha tido tempo e que ia ver. A realidade é que eu simplesmente ignorei o e-mail porque sei que eles pagam mal.
Eu escrevi dois livros inteiros e estou no terceiro sem nenhuma perspectiva de ganhar dinheiro com isso. Essa é a diferença entre o que eu quero fazer e o que deveria ser sonho para mim. Não tem nenhum lugar – relacionado com engenharia e afins – que eu queira muito trabalhar. E essa deveria ser a resposta: talvez  isso não seja para mim.

Eu estou falando tudo isso para você que tá na MERDA porque todo mundo está ‘melhor’. E porque teoricamente você não chegou onde deveria chegar. Amigos, eu li o seguinte abaixo:

“O que quer que tenha acontecido é a única coisa que poderia ter acontecido.
Nada, absolutamente nada do que nós experimentamos poderia ter sido de outra maneira. Nem mesmo no detalhe menos importante. Não existe isso de “Se ao menos eu tivesse feito aquilo de maneira diferente…, então teria sido diferente…”. Não. O que aconteceu é a única coisa que poderia ter acontecido e tinha que ter acontecido para que possamos aprender nossa lição e ir em frente. Toda situação que encontramos na vida é absolutamente perfeita, mesmo quando desafia nossa compreensão e nosso ego” – Retirado do site DharmaLog

É isso. O que aconteceu, aconteceu porque deveria ser assim. Não adianta brigar contra aquilo que é pra você. E nem lutar por aquilo que nunca vai te pertencer.

Por hoje, os boletos estão pagos! Vamos seguir a procura do sonho perfeito. 😉

Como a interpretação de texto atrapalha nas exatas?

Mais um texto da minha vida as a teacher. Particularmente hoje estou #bolada porque fiz metade de uma questão e achei que era resposta final. Fico mal quando eu erro as coisas. Mas amigos, professores também erram. É hora de aceitar. 🙂

Bem, vou basear esse texto na minha experiência de aluna mesmo. Estava eu ~linda~ no primeiro ano do ensino médio.sem-titulo-1 Eu muito mal tinha visto física e química na vida, então, tinha uma dificuldade natural por ser uma novidade. Naquela época, eu que era uma pessoa que só tirava ótimas notas, achei que ia ser MOLEZINHA ir bem em física. Afinal, eram meia dúzia de fórmulas e pronto. Não é mesmo? Não, não é.
Fiquei horrorizada quando na hora da prova, apesar de saber as fórmulas TUDO, não consegui fazer meia questão com perfeição. Resultado: um nota bem mais ou menos (5,5 na média). Fiquei como? PUTA DA VIDA! Culpa era de todo mundo, menos minha. Evidente.

Mas aí, eu resolvi entender as coisas e as fórmulas passaram a fazer um sentido sobrenatural. Não por acaso, cinemática é a parte de física que eu mais gosto. Vai entender, né? Aí que entra a tal da INTERPRETAÇÃO DE TEXTO. Erro nosso acreditar que português e matemática são coisas totalmente diferentes. Nada disso amigos. Precisa de português para tudo. É o que eu sempre disse: De que adianta um engenheiro pica nos números que escreve concerteza? Não adianta, apesar deles estarem espalhados por aí. 🙁

Em 90% dos casos, meus erros em questões – tipo a de ontem (28/10) – são por falta de atenção e erro na interpretação de texto. Ontem por exemplo eu ignorei uma informação super revelante e fiz a questão errada deliberadamente por causa disso. Lembrei que esqueci quando acordei hoje de manhã. Meu cérebro adora me fazer sentir mal. ¬¬
Não apenas a maior parte dos meus erros, mas os de todo mundo [incluindo os seus, querido estudante escolar ou graduando] tem relação com erro na interpretação do enunciado. Por isso, é preciso ler com atenção e de fato ESTAR PRESTANDO ATENÇÃO AO QUE ESTAMOS FAZENDO. Faz toda a diferença. Dica que eu dou e que às vezes não sigo, é anotar tudo o que o enunciado dá, com seus respectivos símbolos e unidades; daí as chances de errar são menores.

Ou seja, respondendo a pergunta que é título desse texto, não é a interpretação de texto que atrapalha é justamente a falta dela. Assim, vamos estudar mais português e ler mais, evidente, para que interpretar seja mais fácil. 🙂

Beijos!

MasterChef

Oi, pessoas!
Eu não sou uma telespectadora – as pessoas ainda falam assim? – assídua dos programas da TV a Cabo, mas vira e mexe assisto. Amo aqueles de vestido de noiva, porque jamais gastarei 10 mil em um vestido e os de culinária, em geral, porque é muito bom ver comidas que nunca farei. HAHAHAHA Apesar de passar MasterChef BR na Band, eu assisto no h&h, tanto o brasileiro quanto os outros.

Eu conheci várias paradas no MasterChef USA tipo bife wellington (que farei um dia, JURO!), dentre outras coisas que não lembrarei o nome no momento. O que eu acho legal nos MasterChef latinos é que tem um monte de pratos que são característicos do país. Coisas que a galera fala: “comia isso direto na infância”, “aprendi a fazer com a minha mãe” e tudo o mais. Eu entendo que a proposta do programa seja de encontrar cozinheiros passíveis de serem chefs em um restaurante. Mas porra, não dá pra rolar um feijãozinho, não? Uma comidinha normal? Falo isso para o MasterChef de gente normal, o de profissional são outros 500.

Eu fico meio chocada porque todos os episódios que eu assisti, sempre foram de culinária aí. Mas nada de comida que a gente come na vida real! Pelo menos na minha vida real, né! Pode ser que eu não tenha assistido ao episódio derradeiro onde o cardápio foi: Arroz, feijão, contra-filé e batata frita com brigadeirão de sobremesa. Tudo com conceito, desconstruído e pouquíssima quantidade ~ é claro ~ para ficar com cara de restaurante fino. [segundo informações de pessoas que assistem, nunca ocorreu esse episódio derradeiro mesmo]

Esse é meu primeiro ponto.

Meu segundo ponto é: O que caralhos é Vieira? Não tem um Masterchef que eu tenha visto, seja em qualquer país, que o pessoal não conzinhou vieira, não entendo o conceito e não sei que bicho(?) é esse. [Informação: Vieira é uma espécie de molusco] Chef Ramsay vem aqui em casa fazer um Bife Wellington para nós e me explica o que é vieira e porque todo mundo gosta tanto desse negócio que parece ser muito difícil de fazer? – vários eliminados por culpa dela.

Terceiro ponto: Gente estranha que participa dessas competições. Eu sei que a galera deve ficar muito feliz porque consegue ter ideias mirabolantes [tipo purê de abóbora com manga. Para mim, purê é de batata e olhe lá] mas precisa ter um ego gigante? Tem um pessoal meio super arrogante – acho. Mas minha questão é a galera que não aguenta pressão. Irmão, tu já viu 900 episódios de MC, sabe que os jurados são pouco agradáveis; que você tem pouco tempo para fazer os trecos; logo, se inscreveu sabendo dessa realidade. Se não aguenta porque veio? Eu não sou muito estável, então, jamais participarei de algo assim! Porque ou vou mandar todo mundo tnc ou vou sair aos brantos para o colo da minha mãe.

Agora sobre os programas de culinária em geral. Sabe o Buddy? Ele mesmo. O Vallastro! Aquele que tem 1003 programas no TLC e no h&h? Pois bem! Tem um programa dele que ele faz comida normal. Segundo ele, prato do dia-a-dia dele de ~dono de casa. Aí estou eu no recanto do meu lar e ouço ele falando o seguinte: “prato de hoje vai ser feito com o que você tem ai na geladeria”. Pensei: “Tomara que seja com água ou gelo, porque né!” Eis que ele me surge com, pasmén, T-Bone! COMO ASSIM BRASIL SOCIEDADE! Eu comi T-Bone uma vez na vida, no Outback e foi bem caro. Como que eu vou ter, assim, por acaso, um T-Bone sobrando na geladeira? Não sei nem onde compra isso! Porque no açougue/mercado que eu frequento não tem. Puxado, viu?

Outra clássica da TV a cabo é uma querida que tem o naipe da Ana Maria Braga e coloca QUILOS de sal em qualquer coisa. Minha pressão – que é bem baixa – ficou altíssima só de assistir meia hora do programa dela. Não entendo essa máxima de que sal realça sabor. Sal de mais acaba com a comida. Você não come! Só isso.

De qualquer forma, meu sonho de infância era gostar de cozinhar, porque sinceramente… Eu gosto mesmo é de comer!

Agradecimentos especiais as Camilas (Bezerra, Cury e Valle) por me passarem algumas informações sobre MC para este post.

Acho que era isso que eu tinha para dizer! Esqueci de alguma coisa? E você, quais são as opiniões?

O que eu descobri dando aula

Eu sou formada em Engenharia Elétrica, né? Falando nisso, meu diploma ficou pronto. BRaseeeel, que bom! Não que eu esteja com urgência em usá-lo.
Questão é a seguinte, eu sempre pensei em dar aula. Nunca quis ser só – como se fosse pouco – professora por causa do dinheiro, né amigos? E ser professora universitária exige trabalhar com pesquisa e minha looonga experiência em tal mostrou que eu não sou muito fã – apesar de ter feito. Como o mundo empresarial não me quer – não sei por qual motivo – e eu sou pobre, topei uns trabalhos dando aula ~temporariamente~ para ter como pagar as minhas poucas contas.
Hoje, eu sei que talvez esse trabalho não seja tão temporario assim – feliz ou infelizmente.
Mas esse post é pra falar sobre os meus atuais pontos de vista sobre educação.

1 – A gente aprende mais do que ensina
Sério! Pode parecer a parada mais retardada do mundo, mas é verdade! Eu aprendi uns trecos surreais! Tipo: regra de três composta – NUNCA TINHA OUVIDO FALAR DESSE NEGÓCIO – e, finalmente, logaritmo fez sentido para mim. Pasmem! Mas não foi só de matéria não. Aprendi um monte de gírias, conheci artistas novos, youtubers e mais um monte de bobagem que me tornaram uma pessoa melhor. hahahaah

2 – É muito difícil ensinar o óbvio
Cara, hoje eu entendo meus professores de faculdade. Sabe quando você faz aquela pergunta que faz todo o sentido para você? E ela é assim: “Mas professor, por quê?” E o professor te olha com a cara mais puta do mundo e fala que “é assim porque sim!”? Então. Sei como é ser esse professor agora.
Amigos, é o seguinte: você que sabe resolver baskara(?) e talvez até entenda funções quadraticas, deve se irritar imensamente quando seu sobrinho de seis anos não entende porque 1+1=2. Não é? E sabe por quê? Porque a resposta é óbvia para você! Tudo o que é óbvio para alguém não tem explicação! É porque é! Tá na cara, é só olhar e ver – tive um professor que falava isso, hahahah.

3 – É impossível ensinar alguém que não quer aprender
Isso é a parada mais real do mundo! Eu entendo que há dificuldade. Nem todo mundo aprende com a mesma facilidade e/ou mesma explicação. Agora, se você coloca na cabeça que não vai aprender ou se nem se interessa em tal ~TCHARAM! Você não vai aprender. Podem trazer o ser mais paciente e com a melhor didática do Universo que você não vai aprender. Então, mantenha-se acreditando que você é capaz de aprender alemão em mandarim, porque você é CAPAZ SIM!

4 – A culpa é sempre do professor
Culpa está relacionada a coisas ruins, certo? Pois bem, se o resultado não é bom, se o aluno não entende, se o aluno não sabe… Não interessa! A culpa é do professor que, necessariamente, é ruim. Tem professor que não seja fantástico? EVIDENTE! Em todos os níveis estudantis. Mas não é possível que há quem tire dez na sua sala e você não consegue tirar dois. “Mas fulano é superdotado” Eu duvido bastante. Mas ok.
Eu sempre falei, mesmo quando eu estava na condição de aluna apenas, professor não reprova aluno. O aluno é que se reprova e tenho o dito. hahahaha

5 – Comecei a questionar o sistema de provas
Eu sempre amei fazer prova! (até o terceiro ano do ensino médio) Sério. Eu odiava trabalhos, porque eles davam trabalho! E pra prova eu dava uma estudadinha e fim! PA PUM! Mas agora é estranho ver o aluno que sabe fazer as coisas BEM, brotar com um zero. Como assim, Brasil? Eu sempre tive muita calma para fazer provas, qualquer prova (NA ESCOLA). Mesmo que eu não soubesse nada! Baixava uma paz interior e eu fazia milagres. Mas tem muita gente que é acometida por um nervosismo tal que não lembra o próprio nome. E tudo isso tem a ver com a problemática de: Preciso ser aprovado! É difícil. Mas ainda acho que seja o método ok. Tipo a democracia. “A Democracia é o pior dos regimes políticos, mas não há nenhum melhor que ela” – Churchill. E o sistemas de provas é tipo isso ai.

Por enquanto é isso!
E você que é professor, concorda, discorda? Tem mais alguma coisa que você aprendeu e quer compartilhar? Comente.
Alunos e estudantes fiquem a vontade para comentar e reclamar de mim ou de seus professores! rs

Um ano

No início eu tive medo de que você não gostasse de mim. Eu gosto que gostem de mim.IMG-20160828-WA0012
Depois, eu tive medo de que eu não gostasse de você.
E agora, eu estou em pânico porque acredito que te amo demais.
Nunca foi como eu queria, como imaginava. Veio de uma situação que desde antes do começo eu já considerava não ideal. Hoje não sei mais o que eu penso a respeito.
Vamos combinar que eu tive que te pedir em namoro e isso é tão triste porque eu sou machista nesse ponto, mas simplesmente não conseguiria prosseguir sem saber que caminho era esse que eu estava tomando.
Eu não imagino como acordar sem o seu bom dia, porque mesmo quando acordo antes de você, eu espero que você fale comigo. E eu preciso te dar boa noite todo dia. Claro que eu prefiro muito mais os “boas noites” e os “bons dias” dados pessoalmente, mas é que não depende só de mim.
Eu queria que você concordasse mais comigo, eu adoraria que você saltasse sem paraquedas nas minhas mais doentes ideias, mas talvez não seja disso que eu preciso.
E, muito provavelmente, se eu não tivesse do que reclamar sobre você nós seriamos o casal mais perfeito do mundo, o que não pode ser alcançado. Tem mais de um ano que namoramos, segundo você, e vai fazer um ano que namoramos oficialmente no próximo dia três.
Eu certamente te amo mais do que já amei alguém, e a cada dia isso aumenta. Não sou a namorada perfeita, não sei bem do meu futuro promissor mas espero que seja feliz e enquanto você quiser ficar vai ser muito bem vindo na minha vida cheia de ansiedade, cara de bunda, pitis infantis e amor!