[Dicas] Arraial do Cabo – Rio de Janeiro [4]

1 – Como ir e onde ficar?

2 – Praias

3 – O que fazer?

4 – Onde comer?

Melhor parte! Eu adoro comer, comer é vida.

Vou começar dizendo que as coisas no mercado de lá são CARÍSSIMAS! Então, se você arrumou um Hostel onde você pode cozinhar, pense na possibilidade de comprar comida antes de chegar em Arraial. Para quem só for comprar água e um ou outro negocinho – tipo eu – dá para aguentar.

Bom, tem uma infinidade de restaurantes por lá. Alguns muito bonitos e recomendados no TripAdvisor, e caros, obviamente. Vou falar aqui de alguns dos lugares em que comemos e o que eu achei em termos de sabor de preço, claro. Os restaurantes não estão por ordem de preferência. Não coloquei endereços porque é fácil de achar na cidade, a grande maioria fica na rua que liga o centro a Praia dos Anjos – Onde fica o porto.

  • Esquina da onda – tem uma lula à dore delícia e mais outro pratos típicos de regiões praianas. Comemos uma porção de camarão por lá também. Demorou bastante para sair e eles vieram com a cabeça – o que parece ser comum por lá – que é algo que não curto muito, mas estava gostoso. O preço é bem razoável. Esses dois pratos custam entre R$35 e R$40 reais.
  • Point do Açaí do Cabo – Tem em toda esquina. Pensou em açaí, brota um Point do Açaí do Cabo na sua frente. Eu gosto de açaí puro, coloco só granola. Lá eu comi com leite em pó e paçoca, mas bem pouquinho mesmo. O açaí deles é muito gostoso, vem numa textura uniforme. Vale a pena. 500ml é R$8.
  • Churras Burguer – MEU SENHOR JESUS AMADO! Comemos um XTUDO monstro que custou R$20. Tem várias opções e os meninos são muito legais, as carnes são artesanais e feitas na grelha. Único ponto ruim é que não aceita cartões. Mas você não vai viajar super duro e vai ter um dinheirinho para experimentar os hamburgueres deles.

  • Shake Mix – Tem várias lojas dessa rede por lá. Eles vendem sorvete de todos os tipos e açaí também. Recomendo o MilkShake de Cappucino. Delícia! Eles tem um preço bem justo, semelhante ao de outras redes. Entre R$2 e R$15.
  • Mister Pizza – Tem outras pizzarias e/ou lugares que também vendem pizza, mas eu recomendo o Mister Pizza. Tem vários sabores diferentes, o preço é razoável e você pode comer lá ou levar para a viagem.
  • Fritas da Nenê – Naquele desespero de comer bem e não gastar fortuna resolvemos dar uma chance para essas batatas fritas. É feita numa carrocinha de rua e infelizmente apenas nos finais de semana. Vem uma quantidade muito grande batata. Comemos até ficarmos cheios e ainda sobrou para comer só no olho grande mesmo. Você pode pedir com tudo ou sem alguma coisa, mas eu recomendo que você pegue a completa. R$15.

 

  • Picanha na Brasa – Um restaurante que é uma ótima pedida para almoços – mas eles servem o dia inteiro. Eles tem um PF sensacional. Vem muita comida e você tem 5 opções de carnes. Eu sugiro o churrasco. Vem uma carne muito bem feita e gostosa feita na churrasqueira. R$18.
  • Água na Boca – o nome diz tudo, e você não deve deixar Arraial sem ter comido nesse lugar. Esse restaurante pertence ao Summer Hotel, e é buffet. O quilo da comida é salgado R$61.90 mas vale cada centavo. Fomos em outros buffets por lá e eu não gostei de nenhum. Não tinha tanta variedade de comida como é esperado para um buffet e os preços são bem altos. Eles contam com produtos da melhor qualidade e muita coisa gostosa: Lagosta, camarão, a MELHOR LULA QUE EU JÁ COMI, patinhas de carangueijo e por aí vai. Comi um empadão de camarão que era de chorar de alegria. As sobremessas também são bem gostosas.
  • Churros do Argentino – De uma simpatia de querer abraçar, essa lojinha vende churros argentinos – porque os donos são de lá – tem alfajor (que não tinha quando fui 🙁 ) e empanadas. É tudo fresquinho e feito com amor. Eles também tem pizza mas eu não comi. Passem por lá. R$2.
  • Comidinhas de Praia [Cuscuz, milho, camarão] – Tem ambulantes nas praias e vale a pena comer algumas coisas compradas com eles. Eu amo milho! Não perco meia oportunidade de comer. R$6. Tem cuscuz e quebra queixo. R$7. E também os famosos camarões de praia – eu não como – estavam bem bonitos, tinha também espeto de posta de peixe à milanesa e lagostão. Estavam com uma cara bem boa, mas fico meio assim de comer o camarão e o peixe R$8. E estava pobre quando o lagostão passou R$30.
    Tem muita gente vendendo açaí e salada de fruta.

Foi isso tudo pessoal!

Espero que as dicas sirvam para vocês de alguma forma. Quem quiser saber mais alguma coisa só perguntar nos comentários. Beijo, beijo, beijo! E até mais Arraial!

[Dicas] Arraial do Cabo – Rio de Janeiro [3]

1 – Como ir e onde ficar?

2 – Praias

Terceiro post sobre Arraial

3 – O que fazer?

  • Passeio de Barco

O Passeio de barco é muito legal e necessário se você quiser conhecer a Praia da Reserva. Essa Praia é vigiada 24h/dia pela Marinha e você não pode levar nada para lá e nem ficar mais do que 1h30, se não me engano. Tem milhares de possibilidades de fazer passeio de barco. Todo mundo faz esse serviço, basicamente. Nós fomos com o Alexandre’s Tour. O barco deles é bem razoável e o passeio foi todo direitinho. Pararam nos pontos possíveis, entramos na água em ponto de mergulho, descemos nas Praias da ilha principal, passamos pela Gruta Azul, Fenda, Praias do Farol, Pedra do Macaco e por aí vai. Vale a pena fazer.

Praia da Reserva vista de alto mar

Dica: Leve alguma coisa para comer ou dinheiro. O passeio dura em torno de 4 horas e você vai ficar com fome. Os barcos costumam tem algum tipo de comida, mas os preços variam e pode ser que seja bastante caro – caso do Alexandre.

Gruta azul
  • Mergulho

Bem, Arraial do Cabo é a capital do Mergulho, então amigos, MERGULHEM! Tem algumas agências que fazem esse serviço e vale muito a pena. Dependendo da época do ano pode ser mais caro ou mais barato. Na baixa temporada os preços ficam em torno de R$170. Podem ter promoções, então fique ligado e se informe antes de ir. Eu procurei muito com quem fariamos o mergulho e aí vale muito a pena dar uma olhada no TripAdvisor. No final acabamos escolhendo a ByFish por insistência minha. Entramos em contato com eles pelo Facebook e marcamos o mergulho. Eu fiquei meio assim de não encontrarmos ninguém no porto, mas o pessoal estava lá, rs. A equipe é muito bacana. Os instrutores de mergulho – Felipe e Hudi – foram super atenciosos e profissionais e eu nem preciso falar que o capitão do Anequim é super bacana. Eu não me lembro o nome dele, infelizmente. Uma coisa legal do mergulho é fazer fotos, esse serviço é cobrado por fora, e vale muito a pena. As nossas fotos, apesar de terem sido tiradas com GoPro sem lente porque os instrutores não foram avisados que queriamos fotos, ficaram muito legais. O Felipe até gravou um vídeo meu com uma tartaruga. Foi a experiência mais sensacional que eu já tive até hoje.

É tudo muito lindo lá embaixo, tem muito peixe, e eu dei sorte de ver a tartaruga. No começo é meio estranho respirar pela boca e a pressão no ouvido incomoda um pouco, mas fazendo o procedimento recomendado pelos instrutores logo você se livra dessa sensação ruim e é só felicidade.

  • Caiaque, SUP e mergulho de superfície

Na praia do forno tem um moço que aluga caiaque Stand Up Padle e um quiosque que aluga equipamento para mergulho na superfície – óculos, snorkel e pé de pato. Na Prainha você também pode fazer mergulho de superfície.

4 – Onde comer?

[Dicas] Arraial do Cabo – Rio de Janeiro [2]

1 – Como ir e onde ficar?

Segundo post sobre Arraial

2 – Praias 

Prainha

Eu não sei ao certo quantas praias tem em Arraial, mas acredito ter ido em todas elas. hahahah A Prainha, a Praia Grande e a Praia do Forno são acessíveis a pé. Para chegar a Praia do Forno é preciso subir e descer uma escada. Eles chamam de trilha, mas sinceramente? Não acho que se enquadra. Os MUITO sedentários vão reclamar mas é papo de 5 minutos. Não seja esse chato! A Praia Grande tem 40km de extensão – SURREAL – é bem legal para ver o pôr do sol, porque o sol se põe na água. Super vale a pena. Mas para entrar, só os muito corajosos. Eu frequento cachoeiras em Petrópolis, já fui em poço em Ilha Grande no inverno, mas Brasil! Não dá pra entrar naquela água. É hipotermia certa. hahahah

Praia da Reserva – OLHA ESSA ÁGUA!

Para ir até as Prainhas do Pontal do Atalaia e na Praia da Reserva há a possibilidade de ir de barco – fui assim. E a primeira você pode ir de carro ou com algum outro veículo motorizado. É preciso fazer um caminho de cerca de 4km para chegar até ela e descer uma escadaria de madeira. Entre as Prainhas do Pontal tem a Praia Brava que é boa para surfistas – não é meu caso.

Praia do Forno

Todas elas contam com uma água ridícula de transparente. Sério é uma beleza surreal!

Bem, Flávia Alessandra e Eu na Praia Grande.

Tem a Praia da Gracinha que chegamos através de uma trilhazinha saindo da Prainha. Tá ali do lado direito da foto abaixo. Quando a foto foi tirada a maré já tinha subido e a praia que é  bem pequena, já tinha sumido. Quem quiser pode ir lá, mas tem que ir cedo.

Meio do caminho da trilha saindo da Prainha.
Pôr do Sol visto do Mirante da Praia Grande

Mais sobre Arraial:

3 – O que fazer?

4 – Onde comer?

[Dicas] Arraial do Cabo – Rio de Janeiro [1]

Olá pessoas!

No post dica de hoje – que na verdade são 4 posts – vou falar um pouquinho sobre essa cidade que tem as praias mais bonitas que eu já vi. E mesmo quem não é pouco viajado, tipo eu, vai concordar que elas são lindas mesmo!

 

Eu já tinha ido a Arraial, mas não na cidade mesmo. Deixa eu explicar hahahah Eu fui em Monte Alto que é tipo um distrito de Arraial e lá tem ondas enormes e eu nunca entrei na água por motivos de: não sei nadar! Decidimos viajar meio que de supetão conforme apareceram as férias do Bem, porque eu trabalho com educação então julho é férias mesmo. Eu já estava doida para ir em Arraial então fomos para lá.

1 – Como ir e onde ficar?

Antes de viajar para qualquer lugar, procuramos o lugar onde ficar, né amores? Tem alguns hotéis e muitas pousadas e hostels na cidade. E há também quem fique em Cabo Frio e vá  para Arraial durante o dia, são cerca de 17km de distância apenas. Preferimos ficar em Arraial mesmo. Bem procurou no booking.com e eu no Groupon porque sou mão de vaca, hahahah. Achamos algumas pousadas legais e escolhemos a Lymar. De cara liguei para lá para saber a disponibilidade e o seu Gerson foi super solícito. Aqui cabe comentar para você dar uma olhada no google street view para ver direitinho onde a pousada fica. Estavamos em dúvida com uma outra pousada que ficava literalmente no meio do nada. O que não é legal para quem não está de carro. Outra coisa importante em relação a deslocamento quando chegar a Arraial, a cidade sofre um processo de favelização bem grande, e você vai ver comentários maldosos a respeito por aí. Não tivemos nenhum problema, mas procuramos passar por lugares amistosos. Tomem cuidado com o Google Maps, porque ele escolhe sempre o menor trajeto, que pode não ser o melhor caminho.

Nós fomos de ônibus porque Arraial não fica tão longe assim e porque não dava para ir de carro mesmo, rs. Lá da super para andar a pé, as coisas são bem perto. A Pousada Lymar fica praticamente em frente a Prainha – primeira praia que você vai ver quando chegar a Arraial – do nosso quarto dava para ver o mar. Eles oferecem um café da manhã bastante razoável e os donos e as funcionárias são bem simpáticos. Para quem tiver interesse eles alugam bicicletas e tal. Para quem quiser ir de carro, algumas pousadas tem estacionamento ou você pode pagar algum lugar por fora para deixar o carro. Se informe antes.

PS: Tá caro em tudo quanto é lugar, mas a gasolina lá é mais cara ainda, abasteça na estrada.

Mais sobre Arraial:

2 – Praias

3 – O que fazer?

4 – Onde comer?

 

Primeira pessoa versus Terceira pessoa

Oi gente!
Estava pensando esses dias sobre os diferentes métodos de escrita. Como vocês devem saber, eu tenho dois ebooks disponíveis na Amazon e estou trabalhando no terceiro, que é o livro II da série Verdadeira. Bom, dito isso, vamos ao que interessa. Nessa minha pequena estrada com livros, li quase 150 livros – vejam quais aqui no Skoob/GoodReads – e, esses livros tiveram recursos de escrita distintos. Os mais comuns são narração em primeira pessoa ou em terceira pessoa. E afinal quais as diferenças?
Em primeira pessoa temos um livro escrito do ponto de vista de um personagem. Sabemos das informações ais quais ele tem acesso e vemos o mundo da maneira como ele vê o mundo. O que pode ser muito bom, especialmente quando há tramas acontecendo sem que esse personagem saiba de modo que lidamos com o elemento surpresa, como por exemplo em A Rainha Vermelha.
Ultimamente, grande parte do que eu tenho lido, é escrito em primeira pessoa. Um recurso muito comum nos Young Adults – Kiera Cass, Victoria Aveyard, Suzanne Collins…
Já em terceira pessoa temos a narrativa toda feita diretamente pelo autor. Ele está contando a história como um espectador de fora, não faz parte do enredo. A maior parte dos livros que eu li foram escritos assim, e inclusive eu escrevo desse jeito. Gosto que todos tenham acesso a todas as informações e aos pensamentos dos personagens em geral. Parece-me mais completo, mesmo que talvez não seja. Meus autores queridos desse tipo de escrita são Agatha Christie, Sidney Sheldon, John Grisham…
É claro que sei que existem histórias que pedem por uma narrativa em primeira pessoa ou em terceira. Realmente acredito que seja uma questão de direcionamento e que pode fazer toda a diferença em como a história é lida e contada. Há o meu extremo máximo que é Crônicas de Gelo e Fogo, onde a narrativa é em terceira pessoa e primeira pessoa ao mesmo tempo, sendo que em cada capitulo um narrador diferente é eleito.
E você, qual seu tipo preferido de escrita?

Créditos de Imagem

9HorasEmSampa: Estação da Luz!

Gente, algumas semanas atrás ocorreu aquele incêndio na Estação da Luz, no Museu da Língua Portuguesa que eu não conheci. Deixei a estação da luz por último justamente porque a graça dela aparece a noite. 
A Estação da Luz é uma Estação mesmo, de trem. É uma fofa, apesar de ser muito mais bonita por fora e o ambiente nos arredores ser meio estranho e um pouco assustador. Mas valeu a pena ter ido lá, me senti bem. Adorei o relógio da torre. Infelizmente, como fui a noite o Museu estava fechado e agora não sei quando e se terei oportunidade de conhecê-lo. 🙁 
Considerações finais
Bem, eu adorei São Paulo e tirei um pouco dos meus preconceitos com a cidade e com os paulistas, apesar de ainda achar que não é bolacha É BISCOITO. Brincadeiras e mini problemas a parte foi muito legal para mim e me senti muito bem conhecendo a cidade. O metro de São Paulo é super ótimo, se comparado com o Rio, cobre praticamente tudo e tem absolutamente toda hora. Claro que estava cheio, mas não importa. E, diferente do Rio, quando você compra passagem de metro avulsa são uns mini cartões magnéticos, tipo esse da foto abaixo. 
Quero VOLTAAAAR e tomar mais cafés na Av. Paulista e ter essa curiosa sensação de estar em casa. Não sei se disse, mas São Paulo me lembra muito petrópolis no clima e tudo o mais. E eu amei o fato de terem tantos relógios analógicos em todos os lugares! 
Espero que vocês tenham curtido minhas 9 horas em Sampa!
Beijos