Caos é uma escada: Season Finale de Game of Thrones

É, mais uma temporada de Game of Thrones acabou e eu estou com essa sensação de que tem alguma coisa faltando na minha vida. Mês que vem começam a voltar as temporadas das minhas outras tantas séries assistidas mas eu vou morrer de saudades da série de fantasia do final de domingo.

Essa temporada foi uma loucura total. Não apenas dentro da realidade da série mas também na nossa realidade. Episódios vazados, duras críticas ao roteiro e tempos passados nos episódios. Concordo que alguns diálogos pareceram bobos, mas a realidade é que eles sempre existiram na série, mas como ela caminhava lentamente isso passou despercebido. Aconteceu coisa demais na sétima temporada e é preciso que você entenda que isso foi necessário. Cada episódio de GOT custa milhões de doláres aos cofres da HBO e manter essa série no ar por milénios pode não ser o melhor dos objetivos. O que importa é que a temporada foi FODA e eu fiquei bem feliz de as coisas terem andado mais rapidinho, eu gostei do dinamismo.

#SPOILERALERT

Se você ainda não viu a sétima temporada aqui é o momento de parar.

Começamos a temporada com Cersei, Daenerys e Jon como reis e na disputa de quem ficaria com os Sete Reinos. Claro que o Jon sempre esteve mais preocupado em vencer a batalha contra os mortos e vimos que durante a temporada ele arriscou sua cabeça indo até Daenerys e pedindo sua ajuda. Dany insistiu que ele se ajoelhasse e reconhecesse ela como Rainha, mas acho que no fundo ela estava querendo dar uns pegas no rapaz que não sabe de nada.

Descobrimos que Jon é Aegon Targaryan e apesar de sabermos há algum tempo que Dany é tia de Jon não tivemos muitos problemas em shipar esse incesto. Jaime e Cersei que nos perdoem mas amamos #Jonerys. E, afinal, é costume na família Targaryan casar os parentes. Contudo, a descoberta sobre Jon traz caos aos Sete Reinos, porque AMIGOS, o Jon é o verdadeiro herdeiro do trono. Ele como filho do primogênito do Rei Louco vem antes na linha de sucessão do que Dany, aquela loucura machista que a gente já conhece das Monarquias.

Aconteceu coisa horrores gente. Mas o mais importante, do que o Bran – ESTRANHÍSSIMO – ter virado o corvo de 3 olhos, do que Cersei estar grávida, do que Sansa ter mandado matar Mindinho, do que Arya estar de volta em Winterfell, do que Olenna ter esfregado na cara de Cersei que foi ela quem matou Joffrey, do que Theon ter ganhado bolas e enfrentado alguém, do que Sam ter encontrado a cura para Jorah, do que Jaime ter dado as costas a Cersei, foi que o Rei da Noite MATOU UM DRAGÃO e está usando ele para o mal, no formato vivo morto. Isso mesmo. Agora o exército dos mortos que já conta com gigantes e centanas de milhares de selvagens, tem um dragão. Bacana, né? Acontece que Viserion abriu um buraco na Muralha e os Sete Reinos estão f*didos.

A próxima temporada chega no ano que vem e eu mal posso esperar.

OBS: George, cadê aquele sexto livro das Crônicas de Gelo e Fogo, tá lembrado? Então…

Pretty Little Liars #TheEndGAme

Acabou! 🙁

Para mim não foram sete anos porque eu comecei a assistir depois. Acho que lá em 2012. E desde o primeiro episódio eu me envolvi e não conseguia parar de assistir. Mesmo quando ficou meio bleh e repetitivo e eu não aguentava mais, eu nunca fiquei com episódio atrasado. Eu sei que é ridículo falar isso e quem não acompanha série nenhuma vai achar até triste, mas eu me sentia parte daquilo. A gente acaba se envolvendo. Durante esses anos eu chorei muitas vezes com Pretty Little Liars. Mas o episódio duplo final foi o cúmulo da choradeira.

Esta é uma série do improvável. É tudo tão possível e ao mesmo tempo surreal. Amizades estranhas, seres humanos escrotos, relações sexuais esdruxúlas e uma sensação de familiaridade enorme. Isso é PLL. Os fãs são loucos, fazem milhares de teorias e os que não fazem, as lêem, assistem e opinam. A gente torce, shipa, se despera, quer matar a Marlene e ao mesmo tempo dar uma abraço nela. Eu acompanho atualmente 23 séries e nenhuma tem essa familia que PLL tem. Esse envolvimento, esse amor.

Spoiler Alert. 

As meninas foram assombradas durante as 7 temporadas por alguém. No começo era Mona, depois era Charlotte – numa história que meio que não convenceu – e por fim, AD. A família Drake estava crescendo cada dia mais e os fãs no fundo acreditavam que o D, era de Drake. Mas quem era esse novo membro familiar? Para mim? Melissa Hastings. Para a maioria? Wren. Para a produção da serie? Alex. Desde que Hannah ficou presa na 6B e Spencer apareceu para ela no cativeiro, no que pareceu um sonho, e falou pela primeira vez em AD; os fãs estavam começando a achar que Spencer era Uber A. Mais para frente – numa série em que tem gêmeos a rodo – a ideia de Twincer surgiu e colou. E fazia tanto sentido. Especialmente depois de uma estranha cena entre Spencer e Wren no aeroporto. Estava na cara! ESFREGARAM na nossa cara, mas a gente queria que AD fosse outra pessoa. Depois de ter assistido as quase 2 horas de episódio final, eu não sei o porquê. Foi fantástico.

A Troian abraçou essa série. E gente, se você não assistiu e não quer assistir, veja só o último episódio. Você vai entender o que eu estou falando. A canadense fez uma inglesa perfeita! No susto. E ela mereceu muito ter esse destaque final. Ela mais do que nenhuma outra. Alex Drake é irmã gêmea de Spencer. Elas são filhas de Mary Drake com Peter Hastings – esse homem é pai de todo mundo, rs. Spencer foi dada a Verônica e Alex vendida para que Mary conseguisse sair de Radley.  Uma loucura. Wren encontrou Alex na Inglaterra e cntou sobre sua sósia. Foi aí que ela descobriu sua história e virou BFF de Charlotte e acabou “herdando” o jogo quando Charlotte morreu. No final, Alex queria a vida de Spencer. Ela queria Toby e aquela amizade surreal das meninas. Mas é claro que não rolou.

Acho que já falei muito. Eu chorei assistindo, estou chorando escrevendo porque eu vou sentir falta para caralho.

Beijos!

House of Cards – My turn!

Bem, mais uma temporada de House of Cards foi liberada pela Netflix e mais uma vez eu fiquei com o queixo no chão. Confesso que eu estava meio desanimada quando comecei porque ainda estava naquela de quem vai ganhar eleição blábláblá. E eu fico meio com vergonha alheia – não sei explicar – e não consigo assistir direito. Mas aí, essa parte passou e foi maratona de felicidade. Aconteceu tanta coisa que eu sinceramente fiquei CHOCADA!
Os personagens estão todos no limite e fazendo coisas que até Deus duvida, de verdade.

Acho que talvez essa temporada tenha sido a mais pesada, so far. E tá rolando uma inversão de papéis e o final foi meio a conclusão do que estava sendo proposto desde a temporada anterior: Claire tomando as rédeas. Eu acho que em termos de política ela é bem melhor que o Frank, porque ela tem mais visão. Contudo, isso ainda vai ser uma luta por poder. Frank apresentou ideias neoliberais porque ele começou a achar que a casa Branca estava deixando ele engessado. Temos que esperar os próximos episódios, se é que existiram [tá rolando um papo que House of Cards tá ameaçada na Netflix]. Espero que sim.

O casal XX tem feito cada dia mais inimigos e cometido mais crimes. Tem muita gente tentando chegar neles, mas será que vão conseguir?

Beijos, crianças!

SuperNatural – Mas hein?

Acabou mais uma temporada dessa série que eu amo horrores. Tipo, o Dean e o Sam são praticamente da família. E me dá aquele arrepio quando ouço: “Carry on, my wayward son. There’ll be peace when you are done!”

Seguindo uma linha de que recém nascidos causam problemas, a 12ª temporada mostrou a caminhada em cima da possibilidade do nascimento do filho do Lúcifer. É isso mesmo. Loucura total. Além disso os nossos meninos se juntaram com os British man of letters. ACREDITE! Coisa da Mary, para quem não está entendendo nada, é melhor parar por aqui porque tá lotado de spoiler.

Aconteceu tanta coisa nessa décima segunda temporada que eu fiquei meio perdida. Lúcifer voltou – AAAAH AMOR – dentre outros personagens. Cabe adiantar que morre um monte de gente e que tem outro portal. Já que os Winchester já estiveram no Céu, no Inferno, no Purgatório e, até no nosso Mundo, agora vai ter um outro mundo paralelo. Essas pessoas são muito criativas.

Eu ainda continuo me amarrando em ver aqueles dois fofinhos. Especialmente o Dean. – Acho que eles pararam de atuar na terceira temporada e agora é tudo vida real mesmo. hahahaah
Falando em fora de atuação, o Jared foi pai de uma menina recentemente e o Dean de gêmeos. PAREM DE FAZER CRIANÇAS LINDAS! hahahahah

Se não assistiu, ASSISTA!

unBreakABLE Kimmy Schmidt

A Netflix lançou mais uma temporada dessa série SENSAÇÃO da despreocupação de vida. Não tem apego político, emocional, dor de corno é só riso e felicidade. MESMO!

Nessa terceira temporada, Kimmy, resolve que quer ir para a faculdade. Para saber qual curso seguir ela faz um teste vocacional que afirma que ela deve ser guarda de trânsito. Por motivos que eu não sei, ou melhor, por ser a Kimmy, ela vai até uma universidade pública próxima e procura por esse curso lá. Ok, né?

Não é surpresa para todos nós que tal curso não existe, mas é isso que leva a temporada toda a frente com incríveis 13 episódios. Não posso esquecer do FENÔMENO Titus que faz a série ser tão divertida com seu egoísmo e caras e bocas.

Para quem ainda não assistiu, corre que tá tudo na Netflix.

Beijos!

Once Upon a Time – E agora?

Cara, eu nem sei o que falar sobre OUAT. Já tem algumas temporadas que eu assisto só porque não quero largar na metade, mas sinceramente? Se não fosse Regina – MARAVILHOSA – nem tinha série mais. A Emma é uma chata, não tá dando para acompanhar esse mundo de drama e, às vezes, eu sentia que eles nem sabiam o que estavam fazendo com o enredo. Vida que segue.

Essa temporada foi aquela loucura de sempre, um monte de personagem extra que vem sabe se lá de onde e outras histórias sem pé nem cabeça. No final da passada, a Black Fairy – não sei como tá no português, assisto original sem legenda – roubou o filho da Bella com o Rumple por motivos que não ficaram claros. Eis que a tal fada é mãe do Rumple ISSO MESMO, faz sentido horrores. E parece que ele estava destinado a ser o Salvador mas que ela fez merda e bem, quem viu sabe, quem não viu, asssista.

A temporada começou com filho deles aparecendo como um homem de 30 anos de idade. Todo mundo cresce lá, menos o filho mais novo da Snow com o Charming que tem 5 meses há 3 anos, vamos focar no assunto. Gideon veio todo na vestimenta de Sith querendo matar a Emma. Hein? Pois  é. Tudo acaba sendo meio que explicado durante a temporada, mas sei lá, né? É Once Upon a Time.

Assisti ao último episódio – que foi duplo – e sendo bem honesta acho que não tinha necessidade da série continuar. Podia mesmo ter terminado. Ainda mais depois que metade do elenco anunciou a saída. Mas a série foi renovada, então vamos esperar para ver o que vai rolar.