The Shallows – Águas Rasas

Eu que estou sempre só falando de séries, venho hoje trazer um filme muito foda de recomendação para vocês assistirem!

Este filme é de 2016 e tem cara de monológo porque a maior parte do filme ficamos só olhando para cara da linda Blake Lively, que mesmo a beira da morte é mais bonita que a gente, triste, né? A eterna Serena de Gossip Girl, vem como uma surfista que está à procura de uma praia, no México, onde sua mãe descobriu que estava grávida. Durante o filme descobrimos um pouco sobre a vida da personagem, que perdeu a mãe para um câncer e acabou largando a faculdade de medicina para espairecer.

Sinopse do Adoro Cinema:

“Nancy (Blake Lively) é uma jovem médica que está tendo de lidar com a recente perda da mãe. Seguindo uma dica sua, ela vai surfar em uma paradisíaca praia isolada, onde acaba sendo atacada por um enorme tubarão. Desesperada e ferida, ela consegue se proteger temporariamente em um recife de corais, mas precisa encontrar logo uma maneira de sair da água.”

Eu fiquei sabendo do filme porque sigo a Blake nas redes sociais e ela super divulgou ele ano passado. Mas acabou que eu só assisti por agora.

Gente, o filme é realmente muito bom. Eu sou chata para filme porque em geral perco o interesse, mas eu gostei mesmo. Tem várias cenas que dá aflição e você realmente se conecta com a personagem. Eu não sou muito fã de filmes que focam em uma pessoa só porque em geral eu fico entediada, mas eu não pisquei um momento. Recomendo para todos, mas se você tem medo de tubarão ou e impressiona fácil, talvez seja melhor assistir outra coisa. No mais, mantenha seus membros em cima da cama ou do sofá e seja feliz!

The Handmaid’s Tale

Eu não sou uma pessoa que procura séries, especialmente porque eu já assisto coisas demais. Quando não tenho nada para ver, o que pode parecer estranho mas não é raro, eu assisto filmes porque não preciso me vincular. Por outro lado eu conheço muita gente que é louca por séries e aí fica fácil receber indicações. Minha resposta padrão é: “Ah, qualquer dia desses eu vejo.” e acabo não assistindo nada.

Chegou até mim The Handmaid’s Tale, claro que primeiro pela mídia, mas eu só dei atenção quando fui apresentada oficialmente por pessoas próximas. Fui informada mais ou menos do que se tratava e eu meio que me interessei. Eu tinha trabalhos do Mestrado e mil anexos para estudar? ÓBVIO QUE SIM! Mas eu parei para assistir.

Conclusão: Valeu a pena.
A série é uma produção da HULU  – semelhante a Netflix – com a MGM baseada no livro homônimo de mil novecentos e bolinha. Se você se joga na trama sem saber nada fica um pouco complicado de entender como que a sociedade chegou aquele ponto. Ao longo da temporada eles vão explicando mas meio assim tem muita ponta solta. Fiquei com vontade de ler o livro mas aí complicou para mim.

Podemos resumir a história assim: Devido à poluição e outras questões a natalidade caiu drasticamente no Mundo em uma data próxima da atual. A partir disto um grupo fundamentalista MALUCO surgiu com ideias totalitárias de que a sociedade precisava mudar drasticamente. Após um ataque terrorista – que não ficou claro o responsável – os filhos de Jacó mataram o presidente e tomaram conta dos EUA.

Aos poucos as mulheres foram obrigadas a se recolher em casa, estavam proibidas de trabalhar e exercer quaisquer funções que não fossem domésticas. E mais para frente foram divididas em categorias: esposas, Marthas, Aias e Tias. Cada categoria pode usar uma cor específica de cor de roupa. As Marthas são mulheres não férteis que trabalham como domésticas nas casas, as Tias treinam as Aias e as Aias. Bem, é tudo sobre elas. São as mulheres férteis e seu papel é o de ter filhos para a sociedade. Elas passam de casa em casa tendo filhos para os ricos.

O processo se dá através de uma “cerimônia” em que a Aia e o seu dono tem uma relação sexual – que pode mais ser considerada um estupro – na presença da esposa. É meio bizarro e complicado de explicar, mas é bem isso. Digo que o homem é seu dono porque as Aias não tem mais seu nome, ele passa a ser OfFulano. Do fulano. Por exemplo, a principal é OfFred. Do Fred.

Tudo isso é justificado com uma passagem da Biblia na qual Raquel pede a Jaco que engravide sua irmã para que eles possam ter filhos. Coisas da vida, né? Além da questão das mulheres, os homossexuais foram condenados a morte ou a trabalhar nas regiões mais poluídas de Gilead – novo nome dos EUA – limpando através de trabalho escravo. Basicamente, todo mundo que não se submeteu a esse novo ideal de sociedade ou é assassinado ou vai trabalhar como escravo – não que as Marthas e as Aias não sejam escravas.

No fim, fica aquele pensamento de como as coisas podem ser distorcidas e colocadas contra nós e além disso, em como a religião pode ser utilizada de maneira horrenda e as pessoas envolvidas não tem noção, ou fingem não ter, das atrocidades cometidas contra as pessoas próximas.  O que eu posso dizer é que Handmaid’s Tale é BEM BLACK MIRROR!

Assista!

Once upon a time – Tudo novo!

Semana passada Once voltou às telas e estavámos preocupados com o que esperar porque praticamente o elenco inteiro tinha saído. Confesso que já estou meio saturada de once faz tempo, contudo, eu nunca largo as séries. ahahah


Nesta sétima temporada, Henri está adulto, como já era esperado devido ao season finale passado. Parece que ele ficou anos se metendo ajudando as pessoas a encontrarem seus finais felizes. Belo dia topou com a Cinderela e , por razões, eles se apaixonaram e tiveram uma filha. SÓ QUE rolou uma maldição – MAIS UMA F*CKING VEZ – e ele não se lembra de nada disso e só a filha dele acreditar nessa história e quer fazer com que tudo volte ao normal.

No final, está bem parecido com o começo da  série lá em 2011. Não sei se vai vingar, mas por enquanto eu estou gostando bastante. Cabe comentar que eles exlicaram o porquê dos outros personagens sumirem, achei justo. Do elenco original ficaram Regina, Hook e Rumple.

E você? Tá assistindo? Gostou? Largou?

The Good Place

Brasil, sociedade!
Saiu uma série nova da NBC que agora está disponível na Netflix, com a linda Kristen Bell minha eterna Veronica Mars. A série mostra como é o Paraíso e quais são as características básicas para entrar lá. O lugar é possibilidade apenas para seletas pessoas com pontuação de bondade altíssima. A questão é que Eleanor – Kristen – não foi uma pessoa boa na Terra, na realidade ela foi uma pessoa horrível e por alguma razão que ninguém sabe foi parar no paraíso.

Daí, o objetivo dela é continuar por lá sem que ninguém perceba o erro. Ela conta a ajuda de sua “alma gêmea”, Chidi, que foi professor de ética em vida. Chidi é um cara super indeciso e com muitas questões morais. Um chato de galochas. Eleanor tem como vizinhos Tahani e Jiany. A primeira uma socialite que arrecadou bilhões para ONG’s e o segundo um monge budista que viveu em silêncio por toda a sua vida. Como Eleanor não é uma pessoa boa, coisas estranhas começam a acontecer, o causa horror ao Arquiteto daquela vizinhança do Paraíso, Michael.

A série é muito legal e dá para assistir tudo em um dia só, como eu fiz. A primeira temporada está disponível na Netflix, e toda semana sai um episódio novo! Quero assistir tudo pra ontem, detesto ter que esperar. :'(

Beijos!