Vou torcer pro Vasco ser Campeão…

Sem piadinha dos caros colegas amantes de futebol que torcem pra outros Clubes. Obrigada!

Já que Título da Série B não conta, rs…

Doze anos, ou Dolze anos (como preferir) sem títulos. Desde que de fato comecei a acompanhar futebol não via o Vasco ser Campeão. E daí, surgiu uma enorme desconfiança e pé atrás com o time. Foram dois rebaixamentos. O primeiro digno de choro. O segundo difícil de engolir. O Vasco que dependia apenas dele, perdeu. E como uma reviravolta mirabolante, voltou a série B.
Ano passado não torci pro Vasco ser Campeão da Série B. Só queria voltar a “elite” do futebol brasileiro.
Esse Carioca tá sendo legal e é bom gritar gol. É ótimo gritar “CHUUUUPA”. Seja lá o que isso queira de fato dizer. Mas vou confessar que foram 180 minutos de pouca fé na vitória. Estou feliz. Não era esperado que o Vasco ganhasse o Carioca. E não acho que o time esteja pronto pro Brasileirão. Espero que os perrengues não sejam muito grandes. Espero poder estar em pelo menos um jogo em São Januário neste ano. Muitas expectativas.
Não sei se o Respeito Voltou Ponto. Mas por hoje, estou de boa!

Meus agradecimentos aos Silvas do Vasco. Ao Rafael pela raça que mostrou nos dois jogos. E claro, ao incrível, sensação goleiro Martín.

Saudações vascaínas. /+/

“Mais Clube do que Time”

(in)Satisfação

Há algum tempo tenho pensando em voltar a escrever. Fosse aqui, fosse no meu livro que tá mais que incompleto, fosse no projeto final da faculdade… E por ai vai. No final, decidi que fosse por aqui mesmo. Dá última vez que entrei por aqui salvei todas as postagens como rascunhos de modo que, eventualmente, eu pudesse verificar quais que deveriam continuar, quais que não. Hoje, foi o escolhido dia de fazê-lo. Li postagens de 2, 3 anos atrás e o que eu encontrei foi bastante parecido com o que eu sou hoje: uma pessoa insatisfeita. 
Por alguma razão, a Raquel do presente acreditava que isso era coisa de agora. Que outrora era mais tranquila e tava super satisfeita com tudo. A verdade lida por palavras escritas por mim mesma, mostrou que não era bem assim. Nunca mudei. O que mudaram foram meus motivos de insatisfação. O que antes era sonho e virou realidade é motivo de insatisfação atual. Minha mãe me disse recentemente: ” Mas Raquel, você nunca está satisfeita com nada. Nem com as coisas que você mesma faz.” 
Daí, vem uma vida inteira de esperar pelo amanhã. Eu tenho um milhão de falhas, quem me conhece bem sabe que eu detesto “quem se diz muito perfeito”, e mais do que ninguém eu reconheço as minhas falhas. Às vezes até demais. Mas voltando ao esperar pelo amanhã: eu sempre esperei pelo próximo passo. Sempre planejei, dominei, controlei. 
O futuro era certo. Uma coisa depois da outra iria acontecer exatamente como eu previa na minha mágica mente. Até certo momento, acabou sendo assim. Até eu chegar ao ponto em que não é mais desse jeito. E não tenho controle sobre nada. O que me frusta. O que me deixa insatisfeita. Hoje, um tipo diferente insatisfação. Ontem, a minha insatisfação era por não chegar logo o dia que eu queria e como vida iria ser. Hoje, é porque o dia chegou e não foi como eu queria. Mas pera ai!
O que é que eu queria? O que é tão absurdamente diferente dos meus planos dos 15 anos? Na verdade, pouquíssima coisa. O bruto, o relevante, o importante é exatamente como eu queria que fosse. Estou seguindo o caminho que decidi ser o certo pra mim. Então, Raquel Mattoso, o que que há? Não sei responder. E se existe algo que eu detesto é não saber. Essa semana ficou claro pra mim e pra terceiros, o quanto eu detesto não saber. A impotência me destrói. Como diz uma amiga, como boa virginiana que sou, preciso ser assim. Preciso achar erro, defeito, falha, onde talvez não exista. Mas engana-se ela ao achar que faço de propósito. Não procuro pelos defeitos, não busco as minhas falhas e as dos outros, elas simplesmente pulam na minha cara. Não posso evitar. 
Tudo muito desconexo, tudo muito sem sentido. A vida não é coerente. Não sei se feliz ou infelizmente. Porque talvez nessas incoerências da vida é que a gente enxergue algo novo, o que antes estava escondido. Vai saber. 
O ponto é que eu não sei. Não sei de nada, não tenho controle sobre nada. E pela primeira vez nesses 23 anos e 8 meses 9 dias de vida não estou preocupada com isso. O importante é ter em mente que sei que não sei. Que eu preciso dar mais valor ao presente. E que se eu não sei listar os motivos de insatisfação é porque provavelmente ela se quer exista. Só estou acostumada a ela. E como todo costume humano, é tão difícil desapegar. Mas aos poucos, vou me desacostumando. 🙂 
OFF: Não reli, não revisei. Erros de digitação e português deverão ser perdoados. 

Crônicas de Gelo e Fogo

Semana agora, enfim terminei de ler ” A Tormenta de Espadas” terceiro livro das Crônicas de gelo e fogo do George R.R. Martin. Terminei lendo o livro que eu ganhei na Campus Party, autografado pelo Vince Gerardis. Detalhe que essa edição que eu ganhei, já é a 3ª reimpressão. O que quer dizer que muitos estão lendo!
Comentários? Como muitos já haviam me sploitado (se é que isso existe) o terceiro livro é o melhor até o presente momento. Preservarei quem optou por não ler os livros ou ainda não chegou no terceiro de novidades indesejadas. Mas já fiquem sabendo que não faltam mortes dos mais variados personagens além de ressureições! É, bem por ai.
Sobre o livro em geral, posso dizer que perdi o fôlego por alguns momentos de tanta ansiedade por saber o que estava por vir. Parafraseando Roberto Carlos ” foram tantas emoções”. rs. Quem conhece a história e acompanha os livros muito bem escritos pelo R. Martin sabe bem do que eu estou falando. Os enormes livros podem intimidar de inicio, mas quando você vê já terminou de ler e está louco por mais.
Até hoje me surpreendo em ter me apaixonado pela saga. Nunca curti fantasia, não gosto de HP, não curti nem mesmo o aclamado Senhor dos Anéis. Porém, a complexidade por trás da estória foi o que me fisgou. Não sei bem como se deu a criação de tudo, entretanto, posso dizer que um enorme trabalho está envolvido. São muitos personagens, muitos lugares, famílias, tradições, histórias contadas por amas, canções e por ai vai. Eu gosto disso ai, livros que são muito mais do que ” Ah, um dia acordei, sentei e escrevi isso ai. Agora estou milionário.”
Bato palma para quem escreve tão bem assim, que tem toda essa capacidade de envolver. 😀
Para os preguiçosos ou sem tempo, a segunda temporada da série vem por ai. Dia 1º de abril nas telas da HBO. No ínicio a ideia eram ser 7 temporadas, uma série para cada livro. Porém, Gerardis afirmou na Campus Party que terão, por volta, de 10 temporadas. Obviamente, porque os livros são muito grandes. Ficaremos no aguardo.

Amanhã começo a ler o quarto livro ” Festim dos Corvos ” e espero que o quinto logo saia em português!

Bem, pra quem não quer ler, ver, whatever… O meu sincero, sinto muito.
Quem quiser comprar tem combo aqui.

Crédito de foto: Google Imagens

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Assistir Star Wars, você deve!

Ae, Galerinha!

Ontem assisti a Star Wars, episódio I, em 3D. Bem, o filme era o gravado em 1999 mesmo. Por isso, o filme não era bem assim em 3D. Sabe quando você tira o óculos e vê as duas imagens distintas? Ontem, vi apenas uma pequena desfocalização com exceção da legenda. Esse fato foi meio triste porque não tiveram grandes cenas em 3D. Especialmente porque o filme não foi gravado para ser 3D, logo a maior parte das imagens, mesmo as que poderiam, não saem da tela. São laterais…

Reclamações sobre 3D a parte, ver esse filme você deve. Eu que sou fã recente, bem recente, da série preciso dizer que o filme é espetacular. Mesmo com as falhas físicas(daremos licença poética, rs). Não posso deixar de comentar da atuação sempre brilhante da Natalie Portman, Padmé. E de Liam Neeson, Qui-Gon Jinn.
Para você que nunca assistiu, assista! Dê preferência para assistir aos filmes na ordem que foram lançados e não na ordem ordinária. O que eu fiz e perdi um pouco da emoção de descobrir como começou a história do Darth Vader. E bem, eu já sabia quem era o pai do Luke. Mas alguém ainda não sabe? Só quem não nasceu.
Vou ficar no aguardo das sequência em 3D. O que eu queria saber era se eles vão regravar os episódios IV, V e VI. Preguiçinha de procurar…
No mais, que a força esteja com você!

Crédito de foto: Google Imagens

Campus Party 2012! #cpbr5

       Ocorreu está semana no Parque Anhembi, em São Paulo a tão esperada Campus Party. A quinta edição brasileira do evento contou com a presença de mais de 7 mil campuseiros e mais alguns inscritos. Foi muito aguardada pelos fãs.
       Comparações com ano passado, o primeiro que participei, são inevitáveis. Depois de ter ficado quase 14 horas na fila na CPBR4 foi com grande felicidade que comemorei as, apenas, 3 horas de fila que enfrentei esse ano, isso porque já tinha a credencial, que foi enviada pela organização do evento; como prometido ano passado. As filas são sempre assunto corriqueiro da Campus. Infelizmente, o que a maior parte da galera não entende é que não tem como não ter fila em um lugar com tanta gente. É claro que além das filas chatas de: entrada, cadastro de equipamento, entrada no camping, saída,… Tem as filas de brindes! Essas são filas amadas. Não podemos ver uma fila que logo entramos nela, as vezes sem mesmo saber o que tem no fim dela; um pote de ouro ou um adesivo. Todo brinde é bem vindo.
       Falando em brinde, a entrega dos welcome packs, que costumava ser na entrada, começou apenas na quarta-feira (08/02) no terceiro dia de evento e foi até a sexta-feira. E foram muitas as reclamações no twitter por essa mudança. Na verdade, o povo reclamou de muita coisa, poucos brindes, filas, assaltos nas barracas, falta de segurança, calor… Ah, o calor! E depois o frio também. Dentre outros tópicos menos relevantes. Todos muito justos, na minha opinião. O que o pessoal comentou pouco foi em relação a falta de lugares na arena. Para achar um lugar nas cadeiras era um sacrifício. E quando o encontrava ainda tinha que cruzar os dedos para o cabo de rede estar funcionando. Em relação a segurança, é realmente complicado com tanta gente, só ter seguranças nas entradas e saídas. O rapaz que furtou alguns notebook, e que foi detido, segundo algumas fontes, sequer possuía credencial. Preocupante realmente. É meio chato você ter medo de deixar suas coisas porque não sabe se estarão lá quando você voltar. Embora os problemas, que sempre existem, a Campus Party 2012 foi muito proveitosa. Mesmo com chuva forte não faltou luz e a internet teve quedas de poucos minutos em lugares localizados. Palestras dos mais variados assuntos e para todos os níveis de experiência.
       E pessoal animado, lógico. Oh, povo animado, esse da Campus Party. Um corre-corre que só vendo. Gente, é isso. Um breve comentário sobre algumas coisas que rolaram na CPBR5. E se você não esteve aqui com a gente venha no ano que vem. E ao chegar aqui, lembre-se: se você vir uma fila, pessoas correndo ou alguém fazendo algo estranho… simplesmente faça o mesmo, quem sabe você no ganha um Xbox! =D
OBS: Por último, porque aconteceu na saída. Os equipamentos da segurança: raio-x e conferidor de credencial(esqueci o nome) deram problema algumas vezes. Na última delas fez com que uma das filas para sair (a que eu estava) ficasse parada um bom tempo. Nós que estávamos na frente da fila sugerimos uma série de soluções para o problema e fomos repudiados pela equipe de segurança que não aceitou nenhuma das soluções como também comentou que aquele não era o trabalho deles. Sobre isso, acredito que seria relevante sugerir a organização da CPBR6 que além de contratar maior número de seguranças que também coloque funcionários preparados para usar os equipamentos e que saibam resolver pequenos problemas que necessitam apenas que se reinicie o equipamento ou troque o cabo de rede, por exemplo.

Crédito de foto: Google Imagens

Desvaneio

Ah se o mundo fosse feito apenas por ex alunos de cálculo, que triste seria, reto, quadrado, com equações perfeitamente lineares, por que este, o calculista, sabe o quão difícil é fazer uma curva no tridimensional.
Ah se o mundo fosse feito apenas por desenhistas, que bonito seria, milhares de curvas, formas diversas, senóides hiperbólicas estariam por toda a parte… Porém, sem o calculista para executar as curvas, muito pior haveria de ser, já que estas, as curvas, não seriam nada além de um desenho na parede de uma caverna qualquer.

Amigos, todos são necessários, ninguém é fundamental.