Suits

Terminou mais uma temporada de Suits. Muito amor! Essa temporada realmente foi bastante surpreendente. Começou de um jeito e terminou de um outro totalmente inesperado. Fiquei no chão. hahahaha
Mas juro que teve muita notícia boa nessa temporada.

Quando começou Mike estava preso pelo fato de ter praticado Direito sem licença. Ah gente, dava para perdoá-lo não dava não? hahahaha
Então, essa temporada toda esteve em torno do Mike na prisão, em tirá-lo de lá e conseguir que ele pudesse praticar direito novvamente. Confesso que não entendi como funciona o processo, mas beleza. O importante é dar tudo certo no final, né?
Não vou dar detalhes do que acontece porque senão fica chato. Mas eu não sei bem o que esperar da sétima temporada. Veremos.

Beijos! ASSISTAM SUITS

How to Get Away With Murder

Mas geeeente! Vamos lá entender esse babado dessa temporada.
Quem não conhece HTGAWM leia aqui.
Quem não assistiu nada da terceira temporada eu recomendo que pare aqui.

Continuemos com quem já viu.
A temporada começou com a clara morte de alguém, ficamos naquele sistema de vai e volta sem entender nada, até que antes do hiatus foi divulgado que o morto era o Wes. GRAÇAS AO SENHOR! Eu nunca gostei dele, confesso. Então, dei uma comemorada. Mas ai, ficamos naquela, who matou Wes? A resposta óbvia era: Os Mahoneys. Porque apesar dele ser chato horrores, em nenhum momento, eu achei que poderia ser alguém da equipe da Annelise. Casa de Annelise pelos ares e ela presa, Laurel grávida. SIM, do Wes. Que preguiça.

Voltamos do hiatus e olha foi difícil assistir, porque eu não sabia quem achar mais chato. A Laurel ou o Connor. Puxado, Brasil. Uma confusão danada. Frank maravilhoso, como sempre. VEM FICAR PRESO AQUI EM CASA???!
E foi uma emoção atrás da outra, corpo do Wes sumiu, Connor sendo sequestrado pela promotoria e tudo isso é super normal, na série, vocês já sabem. Eis que apareceu o tal do assassino do Wes. E eu fiquei com pokerface porque não fazia ideia de quem era aquele cidadão. Tipo: Colocaram um figurante pra matar o principal? 😮
Aí, aos 45 do segundo tempo do episódio final, descobrimos quem está por trás da morte do Wes. E eu RI HORRORES da cara da Laurel. Ela ainda não sabe, mas eu fico feliz em saber.

Beijos!

E você, gostou?

Lançamento de Perdas!

Oi gente! Dia 04/02/2017 foi o lançamento do meu queridinho Perdas! YAY!

Fiz apenas uma comemoração com alguns amigos, aqui em Petrópolis no Bar da Bohemia. Não deu para todo mundo ir, por motivos de chuva torrencial.

Só tenho a agradecer a todos que foram e fizeram parte desse momento tão especial para mim. O livro ficou lindo meu amor <3. Quem quiser comprar pode falar diretamente comigo para autográfados ou ir direto na loja online da Multifoco e comprar 🙂

Obrigada, beijos.

Impecáveis – Sarah Shepard

Ainda no projeto de leitura de PLL, para quem não sabe do que eu estou falando, leia aqui, li o segundo livro da série, Impecáveis.

Sobre o Livro

“Spencer roubou o namorado de sua irmã. Aria ficou com o coração partido em relação ao seu professor de Inglês. Emily começou a gostar de sua nova amiga Maya… tanto quanto de seu amigo. A obsessão de Hanna pela aparência impecável está lhe fazendo mal. E seu segredos mais terríveis ainda é tão escandaloso que a verdade iria arruiná-las para sempre.”

Minhas Impressões

Sou suspeita para falar, né? Porque eu realmente gosto muito dessa série, tanto a de TV quanto a escrita.  É um livro muito tenso. Aborda uma série de problemas familiares, racismo, estupro, homofobia e tudo o mais. Grande parte dessa abordagem é superficial, porém, retrata muito a nossa realidade, onde esse tipo de problema sempre é visto de forma velada. Nesse livro apareceram várias diferenças em relação a série. Além das já esperadas (aparência física das meninas e quantidade de irmãos). O final é bem diferente da série, num nível de eu ficar realmente em choque. O bom da Sarah é que a gente senta e lê. Rapidinho, sem se preocupar. É um livro muito fácil de ser lido e entendido e ele prende MUITO! A série toda, na verdade.

Eu recomendo bastante, mesmo para quem não viu a série. Porque na realidade tanto faz, e tem muita coisa que é diferente.

Beijos!

Minha edição é ebook.

Páginas: 336
Ano: 2011
Editora: Rocco
Avaliação:

Santa Clarita Diet

Mas o quê?
Eu adoro uma sátira, as bem feitas, claro. Gosto muito de Scream Queens, vocês já sabem. Mas não foi por isso que resolvi assistir Santa Clarita Diet. Fui assistir porque apareceu como novidade na Netflix e eu sou desocupada. hahahahah

Sinopse: “Sheila (Drew Barrymore) e Joel (Timothy Olyphant) são dois corretores de imóveis que compartilham muito mais do que a mesma profissão. Casados e com uma filha adolescente, eles estão descontentes com a vida que levam em Santa Clarita, no subúrbio de Los Angeles. O destino deles começa a mudar quando Sheila passa por uma mudança radical.”

Essa mudança radical comentada na sinopse é que ela começa a comer pessoas. Tipo, matar e comer. Meio louco, né? Mas tem toda uma explicação que tá sendo formulada. No fundo, é uma sátira a esse mundo de séries zumbis que a gente vê por aí. Só que de uma forma bem diferente e muito mais legal. rs Eu gostei muito da temporada toda, mesmo. Só o último episódio que ficou meio descontextualizado do resto, na minha opinião pelo menos.

Assiste lá e me conta. :*

Os 13 porquês – Jay Asher

Apareceram muitos comentários sobre esse livro depois que Selena Gomes postou no Instagram que produziu a série de mesmo nome. A série será lançada dia 31/03 na Netflix.

Parti para o LêLivros e li no Kindle.

Sobre o livro

“Ao voltar da escola, Clay Jensen encontra um misterioso pacote com fitas cassetes narradas por uma colega de classe, nas quais ela explica por que cometeu suicídio. Ele precisa ouvir tudo para descobrir como contribuiu para esse trágico acontecimento.”

Minhas impressões

Então, eu comecei a ler com uma certa expectativa. Acreditei que o livro seguiria um padrão que foi meio que apresentado no começo. A garota morta contaria como 13 pessoas contribuiram para que ela se matasse. Aí já achei meio injusto porque é complicado responsabilizarmos terceiros pelos nossos próprios atos. Mas ok. Fui lendo o livro, e ele é bem escrito e tudo o mais. E prende. Prende muito. A mim, talvez, porque eu queria ver até onde a história chegaria. Porque eu queria saber onde o narrador se enquadrava. Porque eu queria saber o quão ruins aquelas pessoas eram. O mais cômico é que a única pessoa que eu acho que deveria ter entrado na lista e recebido as fitas, foi deixada de fora. A garota morta justifica essa atitude. Mas não me convenceu.

A história mostra como pequenas coisas podem desencadear efeitos catastróficos, numa espécie de efeito borboleta. A Hannah – a garota que se matou – tem algum problema psicológico e eu digo isso porque inicialmente o que ela passa são coisas sem “muita importância” mas que para ela são extremamente grandes. E digo isso por experiência. Eu sofro de ansiedade. Daquela ruim. Eu tenho crises horrorosas. O acumulo de coisas vai me destruindo até eu ter um ataque por causa de “bobagem”. Vivendo isso eu sei que a Hannah tinha que ter algum problema, assim como eu tenho. Porque eu realmente sei que não passei por nada que fosse traumático o suficiente para desencadear crises de ansiedade. Eu sempre fui assim, desde que me lembro. É uma condição. Então, o que seria encarado com bom humor e umas caras feias por outras pessoas – e realmente foi – acabou sendo demais para ela. Pelo menos tive essa impressão porque não foi explicado por quanto tempo e qual intesidade as fotos ocorreram.

Eu, particularmente, esperava um drama enorme. Eu estava esperando ler sobre uma dor inconcebível. Bem.. não veio. As coisas realmente ruins aconteceram a outras pessoas. Mas a Hannah teve que lidar com isso, e talvez lidar realmente seja o pior. Quando o pior acabou por acontecer a ela, foi porque ela permitiu. Segundo o que eu entendi, permitiu porque ela queria ter uma justificativa para fazer o que fez. Apesar de todos os meus problemas de ansiedade, eu tenho pavor da morte. Morrer é algo que me causa calafrios. É de longe e LITERALMENTE a última coisa que eu quero para mim.

Chegar ao ponte de tirar a própria vida é sinônimo de um desespero que eu acredito que só quem comete tal ato é capaz de entender. Eu gostei muito da mensagem do livro. A gente pode salvar uma vida todo dia sendo apenas legal. Empatizando com as pessoas. Lendo os sinais. Perguntando se elas estão bem, e realmente querer saber a resposta. E, por outro lado, a gente pode destruir alguém com coisas que achamos idiotas, mas que para o outro é o mundo todo. A ideia do livro também é atentar a pessoas com claros sinais de “pensamentos de suicídio”. Os sinais estão no final desse post.

Diferente da ideia final que o livro passa, não acredito que possamos encontrar – no caso do livro – um único responsável pelo o que levou Hannah a se matar. Até porque ela faz questão de dizer que são muitos os responsáveis. E realmente o final me perturbou um pouco. Na verdade a última pessoa da lista dela. Acredito que ela foi até onde achou que podia. Deu o conselho que cabia dar. Realmente acho que não havia mais nada que ela pudesse sugerir ou impor.

Este, defitivamente, é um livro complicado de ter uma única opinião a respeito. Eu já li outros livro sobre suicídio juvenil (Por Lugares Incríveis) e eu abracei o livro e o entendi e o compreendi e aceitei. Os 13 porquês tá sendo mais difícil.

Caso eu assista a série, faço post mais para frente.
Beijos!

Autor(a): Jay Asher
Páginas: 256
Ano: 2009
Editora: Ática
Avaliação:

“Todo mundo está lutando uma batalha que você não sabe nada a respeito. Seja gentil sempre.”

6 Sinais de pensamento suicida